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Ofensiva dos EUA avança no Afeganistão PDF Imprimir E-mail
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Por admin   
03 de julho de 2009

Os EUA lançaram na quinta-feira, no sul do Afeganistão, sua maior operação militar contra o Taleban desde que o presidente Barack Obama assumiu o poder. O alvo da chamada Operação Khanjar (Golpe da Espada) foi a Província de Helmand, um dos bastiões do extremismo islâmico e da produção de ópio no Afeganistão. O objetivo é restaurar a confiança dos afegãos no governo local e garantir a segurança da região antes das eleições presidenciais de 20 de agosto.

Os militares avançaram pelos vilarejos na área controlada pelo Taleban encontrando pouca resistência na fase inicial da ofensiva - com pequenas armas de fogo - ainda que esta seja uma tática comum entre os militantes. A parte difícil da operação será conseguir o apoio dos habitantes da região. A ofensiva na área de 88 quilômetros controlada pelo Taleban no sul do país será uma prova para a nova estratégia de Obama, para permitir que o governo afegão estabeleça raízes em Helmand. As milícias demonstraram força na região, e grandes regiões estão sob controle do grupo, com pouca ou nenhuma presença do governo.

A falta de resistência dos militantes pode mudar nos próximos dias, segundo afirmou nesta sexta o capitão Bill Pelletier, porta-voz da unidade. Segundo ele, o objetivo da operação não é acabar com o Taleban, mas sim ganhar a confiança da população local" - tarefa difícil numa região em que os estrangeiros são vistos sob suspeita. "É importante engajar-se com líderes-chaves, ouvir o que eles mais precisam e quais são as suas prioridades".

No segundo dia da operação, as unidades conseguiram o controle de centros locais como Nawa e Garmser, e negociaram sua entrada em Khan Neshin, capital do distrito de Rig, afirmou Pelletier. "Eles esperam por líderes locais e das aldeias" fora de Khan Neshin e , "com sua permissão, entrarão".

A presença militar americana no Afeganistão já dura oito anos. No entanto, apesar dos 90 mil soldados estrangeiros no país, os índices de violência não param de aumentar e nas últimas semanas quebraram recordes. Com a proximidade das eleições presidenciais, autoridades locais temem que haja ataques contra colégios eleitorais ou ações de intimidação para impedir a população de votar. As campanhas dos candidatos já tiveram início na semana passada.

Uma porta-voz da coalizão, Elisabeth Mathias, explicou à agência Efe que estão sendo registrados "intensos combates" nos arredores do município de Khanishin, capital do distrito de Reg, e outras zonas do vale do rio Helmand, onde desde quinta-feira acontece a ofensiva. Segundo ela, vários soldados ficaram feridos.

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O acordo secreto do Brasil com o Irã PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
29 de junho de 2009

No dia 2 de abril, em Londres, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertava a mão de Barack Obama, prometia US$ 10 bilhões ao FMI e ouvia que ele "é o cara", sob os holofotes da mídia internacional, a diplomacia brasileira negociava em Brasília uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as sanções americanas contra o regime iraniano. As linhas mestras de um acordo entre Brasil e Irã, que seria assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada, foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no Itamaraty, no dia 25 de março. ISTOÉ obteve a ata da reunião em que o chanceler Celso Amorim e seu colega iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores, protagonizaram uma cena capaz de abalar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. À revelia das sanções dos EUA e das advertências do Conselho de Segurança da ONU, contrário às transações com instituições financeiras iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla cooperação entre os sistemas bancários brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia de cabelos em pé: "Não se pode ignorar uma recomendação do Conselho de Segurança da ONU. Essa negociação com o Irã é como uma pescaria em águas turvas."

O Itamaraty, no entanto, não está nem aí. E em sua ênfase atual nas boas relações com o mundo árabe abriu negociações com o Export Development Bank of Iran (EDBI), que entrou para a "black list" (lista negra) do Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas subsidiárias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a empresa de câmbio EDBI Exchange Company, sediadas em Teerã, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas, na Venezuela. Além de congelar os ativos dessas empresas em território dos EUA, as sanções proíbem cidadãos americanos de negociar com elas. Não se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na opinião de diplomatas e especialistas ouvidos por ISTOÉ, ao furar a barreira o Brasil põe em xeque a política externa dos Estados Unidos.

Amorim tem defendido abertamente a equidistância e o pragmatismo nas relações internacionais. Mas o fato de o Itamaraty ter mantido silêncio sobre as negociações com o Irã não corresponde ao histórico da diplomacia brasileira, que normalmente trombeteia qualquer acordo ou negócio com outros países.

"Esse gesto vai levantar agora muitas suspeitas. Por que o Brasil está fazendo isso?", questiona o analista iraniano Meir Javedanfar, autor de um livro sobre o governo Ahmadinejad e especialista no programa nuclear de seu país. Javedanfar prevê mais tensões na relação do governo Lula com Israel, que protestou contra a visita de Ahmadinejad, e também atritos com o Departamento de Estado americano. Para o exchanceler Lampreia, a diplomacia brasileira se arrisca desnecessariamente. "Agora, que se tornou público, o acordo certamente vai incomodar", diz ele. E vai mesmo, especialmente quando autoridades econômicas e diplomáticas americanas conhecerem o conteúdo das medidas negociadas entre o Itamaraty e o EBDI. O acordo prevê mecanismos financeiros para facilitar a exportação e a importação de bens e serviços, incluindo operações de reexportação para terceiros países (o que permite ao Irã escapar do embargo por uma triangulação comercial), a criação de joint ventures, a abertura de bancos iranianos no Brasil e a assinatura de um acordo entre os bancos centrais para troca de informações sobre o sistema financeiro.

No documento bilateral, as autoridades também falam da "necessidade de buscar meios para superar os prin cipais obstáculos" que impedem os negócios entre os dois países. Na prática, significa ajudar Teerã a obter crédito e garantias bancárias para investimento, que escassearam nos ban cos europeus e americanos com a imposição das sanções. Aos olhos dos serviços de inteligência, por exemplo, as iniciativas de cooperação não passam de artimanhas para ajudar o Irã a contornar as sanções e avançar no seu programa nuclear.

Se essa avaliação beira a paranoia, sendo sucessivamente refutada por Teerã, o fato é que negociar com um banco de desenvolvimento que está na "lista negra" americana não é a melhor forma de pavimentar o caminho para as especiarias do Oriente. "Trata-se de um gesto equivocado do presidente Lula. Há várias formas de se estabelecer parcerias que intensifiquem o comércio bilateral", diz Javedanfar. Um exemplo é o que tem feito a China, que vendeu ao Irã US$ 10 bilhões, entre 2007 e 2008. Foi seguida de perto pela Alemanha (US$ 7 bilhões) e os Emirados Árabes Unidos (US$ 6,6 bilhões). No mesmo período, o Brasil conseguiu US$ 2,2 bilhões. O volume de comércio desses países prova que há maneiras menos explosivas de se estimular as exportações.

"O problema não é econômico, mas político", alerta o brasileiro Salvador GhelfiRaza, professor do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa, um braço acadêmico do Pentágono.

"Ter o direito de fazer um acordo não quer dizer que seja legítimo fazê-lo. Está claro que o governo Lula fez uma opção ideológica", afirma Raza. Ele ressalta que o Export Development Bank of Iran tem financiado diversos projetos em Cuba, El Salvador,

Equador, Bolívia e até montou uma sociedade com a Venezuela: o chamado Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas. Recentemente, os presidentes Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez anunciaram investimento de US$ 200 milhões para projetos econômicos, industriais e de extração mineral conjuntos. Mas a meta do capital conjunto é de US$ 1,2 bilhão.

"Negociar com Ahmadinejad é o mesmo que negociar com Adolf Hitler.

Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura

O chefe da Divisão de Programas de Promoção à Exportação do Itamaraty, Rodrigo de Azevedo, que assinou o acordo com o EBDI, rebate as críticas e diz que o Brasil não vai abrir mão do direito soberano de negociar com quem quer que seja. O governo, segundo ele, não está preocupado se o acordo com o Irã vai afetar as relações com os Estados Unidos. "Nosso ponto de vista é comercial, não político. Além disso, há uma demanda dos empresários brasileiros para negociar com o Irã", garante Azevedo. A única concessão que o Brasil admite fazer, segundo ele, é manter-se afinado com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação à energia nuclear. O resto é comércio.


Istoé - por

Claudio Dantas Sequeira

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FAB recebe proposta de novas aeronaves C 105 PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Realidade Nacional
Por admin   
24 de junho de 2009

Sample ImageA Subdiretoria de Desenvolvimento e Programas (SDDP), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Aeronáutica recebeu esta semana, em Brasília, a oferta inicial da empresa espanhola EADS-CASA para a aquisição de quatro novas aeronaves de transporte C-105 Amazonas e quatro SC-105, versão de busca e resgate da referida aeronave. Os aviões serão destinados a unidades de transporte que atual no Norte e Centro-Oeste do país e ao Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV), sediado em Campo Grande (MS) e especializado em operações de busca e salvamento.

 

 

 

 

A oferta inicial da empresa visa atender aos requisitos do Comando da Aeronáutica expedidos por meio de pedido de oferta (Request for Proposal – RFP) entregue à empresa no último dia 15 de abril. A próxima fase do processo de aquisição das novas aeronaves será a avaliação inicial da oferta apresentada, o que ocorrerá em julho. Uma equipe multidisciplinar, composta por militares e civis de vários setores da Aeronáutica, sob a coordenação da Gerência do Projeto CL-X, avaliará os aspectos técnico-operacionais, logísticos, comerciais, industriais e de offset, entre outros elementos.

 

 

 Sample Image

 

 

Ficha Técnica

Tipo: cargueiro militar tático
Motores: - 2 motores turbo-hélices PW127G de 2.645 HP cada
Desempenho: - velocidade máx. cruzeiro: 474 Km/h
- razão de subida:
- teto operacional: 27 mil pés (8.230 m)
Compartimento de carga: 57 m3
Alcance: - com carga máxima: 1.455 Km
- com 4.000 Kg de carga: 4.969 Km
      Dimensões: - comprimento: 24,45 m
- envergadura: 25,81 m
- altura:
Capacidade: - 73 soldados
- ou 48 pára-quedistas totalmente equipados
- ou 21 feridos e mais 3 assistentes médicos
- ou 9.250 Kg de carga útil
Operadores: Brasil, Espanha, Turquia, Irlanda,Coréia do Sul e outros

 

 

 

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Última Atualização ( 24 de junho de 2009 )
 
Exoesqueleto: O soldado do futuro? PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Lockheed Martin mostrou o seu projeto de exoesqueleto Human Universal Load Carrier (HULC) para aumentar a força de soldados e evitar cansaço prematuro.

O HULC está sendo desenvolvido juntamente com a Berkeley BionicsTM. Em combate já levam cargas pesadas diminuindo a agilidade e aumentando o desgaste.

 

 

O HULC possibilita que um soldado leve 90kg de cargas sem esforço. O HULC transfere o peso das cargas para a terra com baterias elétricas e um computador possibilita que o esqueleto se moverá seguindo os movimentos do corpo.

O que ficamos a pensar é se parte de tais 90kg (ou mais em futuras versões) forem usadas para blindagem pessoal, teremos um soldado praticamente invulnerável.

 É melhor acompanhar de perto. Trata-se de uma tecnologia que está sendo desenvolvida sem muito alarde, mas que se realmente funcionar, irá revolucionar a maneira pela qual concebemos a defesa.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
US Army adquire miras térmicas TWS II PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageO US Army comprou 28 mil miras térmicas TWS II por US$ 2 bilhões para prover fuzil e metralhadoras com custo médio de US$ 8.200 cada.

O novo padrão tem várias melhorias que ponderaram dados das tropas como um modelo mais leve, fácil de usar e manter. O novo padrão é 1/3 mais leve no geral e usa baterias uniformizadas ao invés de baterias especiais e difíceis de substituir. As novas baterias são capazes de serem compradas em lojas como já feito no Iraque.

 Sample Image

 

 O TWS II virá em três tamanhos:  leve para o M-16 com alcance de 550 metros, o médio para metralhadoras com alcance de 1.100 metros e o pesado para metralhadoras pesadas e lança-granadas com alcance de 2200 metros.

O US Army já utiliza 20 mil TWS de modelos antigos e novos.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
General Atomics desenvolve UAV PDF Imprimir E-mail
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Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageO UAV Avenger (Predator C) foi demonstrado pela General Atomics em desenvolvimento com recursos próprios. O Avenger é um UAV a jato com formas “stealth”, cauda em V e entrada de ar superior.

Estava previsto o voo em 2006, mas foi adiado até 2008 e novamente para este ano. O uso principal é para vigilância radar. A US Navy está interessada desde 2002, mas não quer uma aeronave a hélice no convés.

O Avenger já foi projetado com asas dobráveis e gancho de parada para poder atuar embarcado, além de facilitar o armazenamento. O MQ-1 Predator B tem o custo de US$ 7 milhões e o MQ-9 Predator C deve custar o três vezes mais, mas ainda será metade do custo do Global Hawk, com 85% do performance.

O trem de pouso é o mesmo do F-5. Os sensores podem ser o radar SAR Lynx e sensores eletroóticos como o FLIR do F-35. A propulsão será um turbofan Pratt & Whitney PW545B com as mesmas armas do Predator B Reaper mantendo o papel Hunter/Kiiler.

O objetivo é ter uma maior aptidão de sobrevivência em cenários de maior intensidade. Sendo a jato terá maior velocidade de transito com melhor tempo de resposta.

O Avenger tem 20 metros de envergadura e chega a uma velocidade de 740 km/h e teto máximo de 60 mil pés. O transporte externo será feito em cenários de menor intensidade podendo levar combustível extra internamente para 2 horas a mais somadas as 20 horas de autonomia.

O MQ-1 tem maior autonomia e o MQ-9 leva mais peso com o Predator C sendo uma mistura das duas capacidades com resposta rápida.

O  compartimento interno de armas pode levar bombas GBU-38 de 227 kg. A carga total é estimada em 3 mil libras em armas e sensores, incluido no compartimento interno de cerca de 10 pés de comprimento.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
KC-130J dos EUA serão modificados PDF Imprimir E-mail
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Por admin   
23 de junho de 2009

O USMC está analisando a modificação de vários KC-130J de reabastecimento em vôo para ter capacidade análoga ao AC-130 Spooky e Spectre da USAF como resulto da necessidade das tropas no Afeganistão para de um maior poder de  fogo.

O programa tem o nome de  “Harverst Hawk”.

A aeronave receberá equipamento modular de armas e sensores podendo ser um canhão Mk44 Bushmaster II de 30 mm, mísseis AGM-114 Hellfire armados nas asas e armas de longo alcance.

O USMC viu o a operação com sucesso dos AC-130 nos combates recentes, mas não tem como comparar por custar o triplo do KC-130. O plano inicial são para três kits e depois ter três kits roll-on/ roll-off por esquadrão criando um "gunship instantâneo". Serão nove kits em 2011 e outros 12 em 2012. Os kits serão aperfeiçoados com o tempo.

A fase I seria a capacidade básica com “pod” na seção traseira do tanque externo esquerdo, com os dados indo para um container especial com consoles, mísseis “Hellfire” com lançador na asa esquerda e um canhão “ATK Bushmaster” de 30mmm movido na porta.

O candidato a sensor são os modelos “Lockheed Martin AN/AAQ-30 TSS” já usado no AH-1Z e alguns AC-130 e no “L-3 Wescam MX-15D” (AN/AAQ-35). A Lockheed Martin foi contrata por US$ 22 milhões para desenvolver o sistema de controle de tiro “roll-on, roll-off” (modular) para instalar nos KC-130J.

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F-15SE competirá com o F-35 PDF Imprimir E-mail
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Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Boeing revelou o novo caça F-15SE (Silent Eagle) para competir com o F-35 no mercado externo.

O F-15SE é basicamente um F-15 com radar AESA, nova aviônica  e fuselagem modificada com menor RCS. Os tanques conformais (CFT) tem dois compartimentos internos de armas cada um com dois pontos fixos, um na asa e um trapézio capaz de levar bombas JDAM de 454 kg ou mísseis AMRAAM.

O CFT pode ser trocado em 2,5 horas e depois abrigar os novos.Com o novo CFT o alcance diminui de 180 a 200 milhas em razão da menor capacidade de combustível. A Boeing já tinha estudado um F-15 furtivo como substituição  ao F-22, sendo a novidade o CFT com armas internas.

O RCS frontal pode ser baixado ao nível do F-35, deve usar um bloqueador de radar nas entradas de ar, mas não deve ser vendido. As novas capacidades podem ser utilizadas em aeronaves já operacionais, custando bem menos. A porta superior abre com um trilho para AMRAAM ou AIM-9X ou bombas de 227 kg.

Todos podem levar dois SDB cada. A cauda foi inclinada em 15 graus para fora para diminuir a  necessidade de lastro e diminuir o RCS. A assinatura frontal foi reduzida com a adição de cobertura absorvente de radar.

 

A Boeing confirma que o RCS não ajuda contra radares em terra. A assinatura térmica também não foi diminuída. A BAE Systems participa com o Digital Electronic Warfare System (DEWS) de guerra eletrônica. A aeronave pode ser alterada  para padrão não furtivo trocando o CFT levando armas externas e maior capacidade de combustível.

O projeto foi oferecido a Israel, Japão, Cingapura, Arábia Saudita e Coréia do Sul. A Boeing espera vender 190 unidades. O custo é avaliado em US$100 milhões incluindo apoio logístico e treinamento. Os testes de voo foram planejados para 2010 incluindo disparo real de armas.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
Mectron e Britanite demonstram nova bomba PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Millitar:: América Latina
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Mectron e a Britanite IBQ Defence Systems demonstraram um novo concepção de kit de bomba dirigida chamado Acauan (falcão) ou SMKB (Smart Kit Bomb) desenvolvido junto com o CTA. O kit usa guiamento por INS apoiado por navegação por satélite. O receptor de satélite é compatível com o GPS americano, Glonass russo ou o Galileo europeu.

A Britanite é responsável pela cabeça de guerra, kit de cauda e sistema de planejamento missão. Uma vantagem do novo kit é a facilidade de integração, particularmente em aeronaves pouco sofisticadas, pois não precisa conexão de “databus” para controle ou designação de alvos. As empresas criaram um sistema sem fio portátil com criptografia que pode programar as coordenadas do alvo em terra ou no ar ou modos de operação. Assim o kit pode ser conectado em qualquer aeronave sem apoio do fabricante do avião.

O CEP é tido como 6 metros (se não for interferido) e bem melhor que modos de lançamento CCRP. As empresas não disseram se estudam acrescentar outros kits de guiamento como laser, TV ou infravermelho.

 

A energia da bomba é gerada por uma pequena hélice no nariz da bomba não precisando de energia da aeronave. O kit virá em versões para ser instalado nos modelos  Mk82 ou Mk83. A SMKB/Acauan pode ser disparada a uma altura de até 10 mil metros com alcance de 16 km a 24km. As empresas não especulam um kit para a bomba Mk84 por ser considerada potente para "ataques cirúrgicos" (embora vários alvos importantes necessitarem de armas até mais possantes) e também não citam se será usada em bombas penetradoras BPEN. Um kit de asas está sendo desenvolvido para ampliar o alcance para 35-40 km. A primeira entrega é esperada para 2010, e as empresas citam que já foi comercializada para outro país da América do Sul e pelo menos quatro do oriente médio.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
Centro de Controle de Vôo de Belém é modernizado com tecnologia nacional PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Realidade Nacional
Por admin   
23 de junho de 2009
 

No ultimo dia 9, foi demonstrado  à imprensa local pelo brigadeiro do ar Carlos Eurico Peclat dos Santos (comandante do CINDACTA-4) e pelos diretores da Atech – Tecnologias Criticas, Delfim Ossamu Miyamaru e José Cláudio Manesco, o Centro de Controle de Aproximação (APP) de Belém.

Os APP’s controlam o tráfego de aeronaves nas fases de aproximação de pouso e decolagem nos aeroportos enquanto os Centros de Controle de Área (ACC) controlam os aviões em rotas aéreas e fazem parte dos Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Trafego Aéreo (CINDACTA).

 O sistema da Atech, denominado como Sistema de Tratamento de Visualização de Dados (STVD), foi projetado para proporcionar aos controladores melhores condições de trabalho ao minimizar a carga de operações e agilizar a execução das rotinas operacionais.

Cada CINDACTA é formado por estações de telecomunicação e radares que cumprem, simultaneamente, e de forma integrada duas atividades das mesmas especificações, mas com objetivos diferentes, sendo uma de caráter civil, o controle de tráfego e, a outra, militar, a vigilância e a defesa aérea. 

 É importante enfatizar que ao desenvolver o STVD a Atech inventou um sistema que será capaz de acompanhar o aumento da malha aérea brasileira. Esta capacidade vai ao encontro das necessidades futuras do setor uma vez que a Organização da Aviação Civil Internacional antevê um aumento de 239% no numero de voos na América Latina até o ano de 2025.

O STVD possibilita  o monitoramento de desvios relativos à separação lateral, vertical e longitudinal entre as várias aeronaves em voo, colaborando para melhores padrões de segurança e eficiência das operações, em especial em regiões de grande número de circulação de aeronaves.

 O Centro, que tem a atribuição de coordenar aproximadamente  110 vôos diários, teve sua modernização concluída no primeiro trimestre deste ano. No processo de modernização, incluído em um amplo programa do Comando da Aeronáutica iniciado em 2000, foram trocados equipamentos da França por outros, de origem nacional, com ênfase ao software 100% brasileiro, criado pela Atech.

 Segundo o Delfim Miyamaru, diretor-adjunto da Atech, uma das características do STVD é que, para operá-lo, são usados equipamentos e consoles que adotam padrões internacionais e que são customizados segundo as características de cada local no qual o sistema é implantado. Enfatizou ainda que o projeto do STVD coloca o Brasil em igualdade de ciência com países da Europa e com os Estados Unidos e que as novas tecnologias vêm sendo desenvolvidas em um processo ininterrupto para melhorar e otimizar o tratamento de informações e a comunicação entre os pilotos e os controladores, elevando os níveis de eficiência e de segurança da aviação em todo o território brasileiro.  

 Até o momento foram atualizadas , nos mesmos moldes do APP de Belém, as instalações encontradas em Natal (RN), Salvador (BA), Brasília (DF), Pirassununga (SP), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Recife (PE). Durante este ano, devem ser terminadas as atualizações  em andamento em Anápolis (GO), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Maceió (AL), Foz do Iguaçu (PR) e Santa Maria (RS).

 

 

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Coréia do Norte ameaça iniciar operação militar após resolução PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

A Coréia do Norte pronunciou que  nunca desistirá de  seu programa nuclear e chantageou com  uma operação militar, um dia depois de o Conselho de Segurança da ONU aprovar a inspeção de navios suspeitos de levar armas para o regime comunista.  O regime de Kim Jong-il ameaçou ainda que  rebaterá de forma militar se os Estados Unidos e outros países conseguirem um  bloqueio  de seus navios, pois o considerará  um ato de guerra, cientificou a agência estatal norte-coreana KCNA.

O conflito sobre a Coréia do Norte cresceu muito desde o dia 5 de abril, quando o país disparou um foguete de longo alcance. Após isso, em 25 de maio, o regime comunista conseguiu seu segundo teste nuclear e lançou vários mísseis de curto alcance, em desafio às advertências de países como EUA, Japão e Coréia do Sul.

O país comunista garantiu, em uma declaração de seu Ministério de Assuntos Exteriores, que o processo de enriquecimento de urânio está "em fase de experimentação", e que utilizará o plutônio que armazena para construir armas nucleares.

Esse teste nuclear foi castigado ontem com a nova resolução da ONU que acrescenta sanções mais pesadas contra o regime comunista. O texto foi admitido com o apoio da China, principal aliada  da Coréia do Norte e que hoje, através de  seu porta-voz, o qualificou como uma mostra  da aversão comum da comunidade internacional ao teste nuclear da Coréia do Norte.

Os governos de Japão e Coréia do Sul aplaudiram hoje a nova resolução do Conselho de Segurança e se empenharam a aplicá-la imediatamente.  “Queremos que a Coreia do Norte leve a sério a clara mensagem da comunidade internacional na resolução”, disse o primeiro-ministro japonês, Taro Aso.

Uma resolução confirmada ontem pelo Conselho de Segurança da ONU aumenta o embargo de armas e o bloqueio de ativos norte-coreanos, e admite a inspeção de navios e aviões suspeitos de carregar mísseis ou armamento nuclear para Pyongyang.

“A resolução é mais dura se comparada com a última (adotada após o primeiro teste nuclear), mas estou preocupado com sua efetividade”,  indicou hoje Shigeo Iizuka, irmão de um dos cidadãos japoneses sequestrados pela Coréia do Norte, principal questão  de atrito entre Tóquio e Pyongyang.

O governo sul-coreano, por sua vez, pede que a Coréia do Norte aceite esta mensagem da comunidade internacional, para que desmantele seu programa nuclear e paralise toda a atividade referente  a mísseis balísticos, disse o porta-voz do Ministério de Exteriores sul-coreano.

Porém, as resoluções da ONU não alcançaram  até agora acabar com as ambições nucleares do regime norte-coreano, nega ter um programa de enriquecimento de urânio, como suspeitavam os Estados Unidos, mas confessava  avanços para extrair plutônio para construir armas nucleares.

 

 

Conforme  a agência local Kyodo, o governo japonês deve admitir até a terça-feira novas sanções unilaterais contra o país comunista, que abrangeriam um veto total das importações e exportações.

A deliberação terá um tom mais simbólico, uma vez  que as importações encontram-se  proibidas com as sanções atualmente em vigor e as exportações japonesas à Coréia do Norte quase não chegaram aos 5,8 milhões de euros em 2008.

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PF: interceptar aviões com droga assusta traficantes PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Millitar:: América Latina
Por admin   
23 de junho de 2009

A FAB perseguiu um monomotor carregado com 176 kg de cocaína em Rondônia. Os pilotos da Aeronáutica deram tiros de advertência contra os bolivianos que o pilotavam.

Os tiros contra a  aeronave  boliviana  foram os primeiros desde a Lei do Abate, quando a FAB  interceptou avião boliviano com 300 kg de cocaína na fronteira do Brasil.

O conceito adotado pelos pilotos da FAB só foi possível em razão da Lei do Abate, que passou a vigorar a partir de 2004.

O delegado federal afirma  que a fronteira do Brasil com a Bolívia, no trecho do estado de Rondônia, é composta por muitas  áreas  alagadas e por pouca área seca. "Se eles optarem por mudar a logística de transporte de drogas por terra, isso vai facilitar a nossa ação de repressão junto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Caso eles escolham o transporte aquático, o custo deles vai ser bem maior", afirmou Sanchez.

Sanchez disse que os resultados da interceptação ainda não podem ser apreendidos na última ponta do tráfico de drogas, que é o viciado. "Isso vai demorar cerca de três meses. Após essa operação da FAB, acredito que os traficantes tenham de repensar suas estratégias. Com isso, os custos do tráfico devem aumentar e, por consequência, o valor da droga para o usuário também tende a subir."

 

A interceptação da FAB

 

O vídeo apresentado  pela Aeronáutica mostra a perseguição ocorrida na quinta-feira, dia 4, a uma aeronave que transportava  176 quilos de cocaína. A aeronave não chegou a ser abatida. Dois bolivianos que pilotavam  o avião – os quais, tentaram fugir após o pouso – foram presos pelas polícias Civil e Federal.

O avião boliviano  encontrava-se  a  uma altitude de 500 metros quando foi identificado pelo avião-radar E-99 e por um A-29. Somente após o tiro de alerta, o piloto da aeronave suspeita obedeceu às ordens da FAB. (na verdade, a ordem era para se dirigirem a um aeroporto, mas os traficantes guinaram rapidamente a aeronave para uma pista de pouso clandestina, na tentativa de fugir a pé, mas não conseguiram).

Com base jurídica na  Lei do Abate, os militares da FAB dispararam duas rajadas de tiros de metralhadora, após  os pilotos terem ignorado os diversos  procedimentos de comunicação e identificação. Eles arriscaram   manobrar o avião em direção à fronteira com a Bolívia.

Os pilotos do monomotor pousaram em uma estrada de terra de Izidrolândia, no interior de Rondônia. Primeiramente, a Polícia Federal havia avaliado  que seriam 300 kg de droga. "Nós só fomos acionados pela FAB no momento de fazer a abordagem da aeronave e dos traficantes", disse Sanchez.

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