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Alencar defende que Brasil tenha armas nucleares PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Realidade Nacional
Por admin   
25 de setembro de 2009

Na conversa com jornalistas, em seu gabinete, em Brasília, Alencar, ao ressaltar a necessidade de o Brasil ter meios para proteger seu patrimônio, citou o caso do Paquistão, que, segundo o vice, embora seja um país pobre, tem assento em vários organismos internacionais, justamente por ter a bomba atômica. "Eles sentam à mesa porque eles têm arma nuclear. É vantagem? É, até do ponto de vista de dissuasão é. É importante", observou.

 

Na opinião do presidente em exercício, "nós, brasileiros, às vezes somos muito tranquilos. Nós dominamos a tecnologia da energia nuclear, mas ninguém aqui tem uma iniciativa para avançar nisso. Temos que avançar nisso aí". Em seguida, Alencar passou a pregar também a necessidade de aumento do orçamento das Forças Armadas e da vinculação deste orçamento ao PIB. "Precisa ter uma percentualidade do PIB entre 3% e 5%, que daria muita força para o sistema de defesa, que precisa de cuidado e está abandonado há muito tempo", comentou Alencar, que já foi ministro da Defesa.

 

O presidente em exercício disse que este avanço nas pesquisas tem de ser para fins pacíficos, mas o fato de ter o artefato, "reforça" o poder do país. "Não estou dizendo que o Brasil vai fazer isso ou não e nem quero dizer se quero ou se não quero. Estou fazendo uma análise como brasileiro. Se nós estivéssemos nessas condições, imagina o que seria o Brasil? A respeitabilidade do país cresceria muito. Tem aquela frase `a força é o direito e a justiça é o poder do mais forte'", emendou.

 

As declarações de José Alencar foram dadas no mesmo dia que o Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas aprovou uma resolução com o fim de conter a disseminação das armas nucleares no mundo. O Conselho, com cinco membros permanentes e dez rotativos, passou a medida por unanimidade. O Brasil reivindica um assento no Conselho. Anteontem, Lula se reuniu por mais de uma hora, com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e fez uma enfática defesa do colega iraniano, apoiando, inclusive, o direito de Teerã enriquecer urânio, material das bombas nucleares.

 

Questionado se esta declaração de defesa de armas nucleares não precisaria de mudanças na Constituição, Alencar lembrou que somos signatários do Tratado de Não proliferação de Armadas nucleares, mas, em seguida, emendou: "eu acho que isso é tudo negociado, é tudo conversado".

 

Alencar retornou de São Paulo na noite de quarta-feira, depois de mais uma sessão de quimioterapia. Na semana que vem, Alencar reassume a presidência, com a ida de Lula para a Europa.

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Chávez avalia relações com Colômbia por bases americanas PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
21 de julho de 2009
CARACAS - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, começou a analisar as relações com a Colômbia por considerar que uma maior presença militar norte-americana no país vizinho representa uma ameaça para seu projeto socialista. "As tropas norte-americanas na Colômbia fazem o que querem e são uma ameaça para a Venezuela. Por isso, nós lamentamos esta situação, mas nos vemos obrigados a revisar as relações com a Colômbia", disse Chávez na noite de segunda-feira, 21, em um programa de televisão estatal.

 

O venezuelano, que afirma liderar uma revolução socialista e anti-imperialista no país petroleiro, acusou o governo colombiano de permitir a instalação de novas bases norte-americanas. O presidente colombiano, Álvaro Uribe, no entanto, tem assegurado que o acordo contempla somente o uso de bases nacionais. Uribe defende o incremento da cooperação militar com Washington para fortalecer o combate ao narcotráfico e a guerrilhas, uma decisão criticada pelo grupo de países de esquerda que Caracas lidera na região.

 

Chávez criticou em diversas ocasiões a estreita relação da Colômbia com os Estados Unidos, seus dois principais parceiros comerciais, apesar da posse de Barack Obama este ano ter relaxado as tensões com o país que considera seu inimigo ideológico. Contudo, o líder venezuelano retomou suas críticas à Casa Branca por considerar que os Estados Unidos permitiram o golpe de Estado contra seu aliado hondurenho, o presidente deposto Manuel Zelaya.

 

"Eles (Estados Unidos) estão abrindo as portas a quem nos ataca permanentemente ... e a quem tem derrotado governos e a quem está apoiando o golpe em Honduras", disse Chávez, que frequentemente acusa Washington de estar por trás do golpe contra seu governo, que o deixou por algumas horas fora do poder em 2002.

 

Os EUA condenaram o golpe e ameaçaram suspender a ajuda econômica ao empobrecido país centro-americano se o governo de facto se negar a restituir o presidente deposto, como exigem a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas (ONU).



Fonte: Reuters

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Plano de equipamento e reestruturação do Exército PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
05 de julho de 2009

Nesta semana, o Exército apresentou ao Ministério da Defesa seus planos de equipamento e reestruturação, que nortearão ações promovidas em um período de 2010 a 2030. Para a elaboração do documento, foram criados seis grupos de trabalho (integração, articulação, equipamento, racionalização, apoio e doutrina), que iniciaram a elaboração de suas planilhas no mês de fevereiro, conforme adiantou o Defesa Brasil.

Entitulado de Estratégia Braço Forte, o plano compreende vários projetos realizados em pequeno, médio e longo prazo e define os projetos contidos no período de curto prazo, até 2014, como “necessidade emergencial”, em que, com um mínimo de acréscimo de efetivo, o Exército Brasileiro dará prioridade absoluta a ações que permitam a conclusão de projetos já iniciados, completando o nível mínimo dos equipamentos militares e infraestrutura atuais. Neste prazo, áreas críticas, com grande grau de obsolescência serão atendidas, como o armamento individual e o sistema de defesa anti-aérea.

Dentro deste contexto de emergencialidade, o acréscimo médio ao orçamento anual até 2014 é de pouco mais de 2 bilhões de reais. A longo prazo, tal acréscimo pode chegar a 7 bilhões em investimentos. O custo total previsto para o plano é de 149,1 bilhões de reais, relativos a projetos executados até 2030. O Exército, contudo, admite que tais recursos são “expressivos” e que a concretização do plano em sua totalidade será uma decisão do Estado Brasileiro.

A médio e longo prazos, haverá acréscimos significativos de efeito, principalmente na Amazônia, que receberá atenção especial, como a criação de novos batalhões na fronteira e uma nova Brigada de Infantaria de Selva em Manaus. A Região Amazônica deverá receber um acréscimo de 22 mil homens. No total, o efetivo do Exército deverá crescer em cerca de 59 mil militares.

O plano é dividido ainda em programas, como o "Sentinela da Pátria", que cuidará da reestruturação, redistribuição e criação de novas unidades militares e brigadas, que deverão seguir o princípio da alta mobilidade, com tropas aerotransportáveis e de alto poder de fogo. Já o programa Combatente Brasileiro (COBRA), norteará a aquisição e, principalmente, o desenvolvimento de novos equipamentos militares, no âmbito do sistema de ciência e tecnologia do Exército Brasileiro, com absoluta prioridade à indústria nacional, visando o desenvolvimento de produtos de defesa de alto potencial de exportação e valor agregado.

Descentralização

Dando sequência a um movimento que vem sendo realizado há anos, o Exército pretende transferir unidades situadas no Rio de Janeiro para outras regiões do país, como a Amazônia. A Brigada de Infantaria Paraquedista deverá ser transferida para a cidade goiana de Anápolis, paralelamente ao movimento análogo das unidades de transporte da Força Aérea Brasileira. Tal fato sugere alta harmonia e integração entre as duas Forças Armadas, além de obedecer a um dos parâmetros da Estratégia Nacional de Defesa, que determina ao Exército possuir alto grau de mobilidade dentro do território nacional, podendo se fazer presente em qualquer ponto, no menor tempo e com o maior poder possível.

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Ofensiva dos EUA avança no Afeganistão PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
03 de julho de 2009

Os EUA lançaram na quinta-feira, no sul do Afeganistão, sua maior operação militar contra o Taleban desde que o presidente Barack Obama assumiu o poder. O alvo da chamada Operação Khanjar (Golpe da Espada) foi a Província de Helmand, um dos bastiões do extremismo islâmico e da produção de ópio no Afeganistão. O objetivo é restaurar a confiança dos afegãos no governo local e garantir a segurança da região antes das eleições presidenciais de 20 de agosto.

Os militares avançaram pelos vilarejos na área controlada pelo Taleban encontrando pouca resistência na fase inicial da ofensiva - com pequenas armas de fogo - ainda que esta seja uma tática comum entre os militantes. A parte difícil da operação será conseguir o apoio dos habitantes da região. A ofensiva na área de 88 quilômetros controlada pelo Taleban no sul do país será uma prova para a nova estratégia de Obama, para permitir que o governo afegão estabeleça raízes em Helmand. As milícias demonstraram força na região, e grandes regiões estão sob controle do grupo, com pouca ou nenhuma presença do governo.

A falta de resistência dos militantes pode mudar nos próximos dias, segundo afirmou nesta sexta o capitão Bill Pelletier, porta-voz da unidade. Segundo ele, o objetivo da operação não é acabar com o Taleban, mas sim ganhar a confiança da população local" - tarefa difícil numa região em que os estrangeiros são vistos sob suspeita. "É importante engajar-se com líderes-chaves, ouvir o que eles mais precisam e quais são as suas prioridades".

No segundo dia da operação, as unidades conseguiram o controle de centros locais como Nawa e Garmser, e negociaram sua entrada em Khan Neshin, capital do distrito de Rig, afirmou Pelletier. "Eles esperam por líderes locais e das aldeias" fora de Khan Neshin e , "com sua permissão, entrarão".

A presença militar americana no Afeganistão já dura oito anos. No entanto, apesar dos 90 mil soldados estrangeiros no país, os índices de violência não param de aumentar e nas últimas semanas quebraram recordes. Com a proximidade das eleições presidenciais, autoridades locais temem que haja ataques contra colégios eleitorais ou ações de intimidação para impedir a população de votar. As campanhas dos candidatos já tiveram início na semana passada.

Uma porta-voz da coalizão, Elisabeth Mathias, explicou à agência Efe que estão sendo registrados "intensos combates" nos arredores do município de Khanishin, capital do distrito de Reg, e outras zonas do vale do rio Helmand, onde desde quinta-feira acontece a ofensiva. Segundo ela, vários soldados ficaram feridos.

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O acordo secreto do Brasil com o Irã PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
29 de junho de 2009

No dia 2 de abril, em Londres, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apertava a mão de Barack Obama, prometia US$ 10 bilhões ao FMI e ouvia que ele "é o cara", sob os holofotes da mídia internacional, a diplomacia brasileira negociava em Brasília uma forma de ajudar o governo de Mahmoud Ahmadinejad a burlar as sanções americanas contra o regime iraniano. As linhas mestras de um acordo entre Brasil e Irã, que seria assinado durante a visita de Ahmadinejad em maio que acabou adiada, foram delineadas uma semana antes num encontro a portas fechadas no Itamaraty, no dia 25 de março. ISTOÉ obteve a ata da reunião em que o chanceler Celso Amorim e seu colega iraniano Manoucherch Mottaki, acompanhados de assessores, protagonizaram uma cena capaz de abalar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos. À revelia das sanções dos EUA e das advertências do Conselho de Segurança da ONU, contrário às transações com instituições financeiras iranianas, Amorim e Mottaki firmaram os termos de uma ampla cooperação entre os sistemas bancários brasileiro e iraniano. O que deixou o ex-chanceler Luiz Felipe Lampreia de cabelos em pé: "Não se pode ignorar uma recomendação do Conselho de Segurança da ONU. Essa negociação com o Irã é como uma pescaria em águas turvas."

O Itamaraty, no entanto, não está nem aí. E em sua ênfase atual nas boas relações com o mundo árabe abriu negociações com o Export Development Bank of Iran (EDBI), que entrou para a "black list" (lista negra) do Departamento do Tesouro americano no final de 2008, ao lado de suas subsidiárias, a corretora EDBI Stock Brokerage Company, a empresa de câmbio EDBI Exchange Company, sediadas em Teerã, e o Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas, na Venezuela. Além de congelar os ativos dessas empresas em território dos EUA, as sanções proíbem cidadãos americanos de negociar com elas. Não se aplicam, portanto, aos brasileiros. Mas, na opinião de diplomatas e especialistas ouvidos por ISTOÉ, ao furar a barreira o Brasil põe em xeque a política externa dos Estados Unidos.

Amorim tem defendido abertamente a equidistância e o pragmatismo nas relações internacionais. Mas o fato de o Itamaraty ter mantido silêncio sobre as negociações com o Irã não corresponde ao histórico da diplomacia brasileira, que normalmente trombeteia qualquer acordo ou negócio com outros países.

"Esse gesto vai levantar agora muitas suspeitas. Por que o Brasil está fazendo isso?", questiona o analista iraniano Meir Javedanfar, autor de um livro sobre o governo Ahmadinejad e especialista no programa nuclear de seu país. Javedanfar prevê mais tensões na relação do governo Lula com Israel, que protestou contra a visita de Ahmadinejad, e também atritos com o Departamento de Estado americano. Para o exchanceler Lampreia, a diplomacia brasileira se arrisca desnecessariamente. "Agora, que se tornou público, o acordo certamente vai incomodar", diz ele. E vai mesmo, especialmente quando autoridades econômicas e diplomáticas americanas conhecerem o conteúdo das medidas negociadas entre o Itamaraty e o EBDI. O acordo prevê mecanismos financeiros para facilitar a exportação e a importação de bens e serviços, incluindo operações de reexportação para terceiros países (o que permite ao Irã escapar do embargo por uma triangulação comercial), a criação de joint ventures, a abertura de bancos iranianos no Brasil e a assinatura de um acordo entre os bancos centrais para troca de informações sobre o sistema financeiro.

No documento bilateral, as autoridades também falam da "necessidade de buscar meios para superar os prin cipais obstáculos" que impedem os negócios entre os dois países. Na prática, significa ajudar Teerã a obter crédito e garantias bancárias para investimento, que escassearam nos ban cos europeus e americanos com a imposição das sanções. Aos olhos dos serviços de inteligência, por exemplo, as iniciativas de cooperação não passam de artimanhas para ajudar o Irã a contornar as sanções e avançar no seu programa nuclear.

Se essa avaliação beira a paranoia, sendo sucessivamente refutada por Teerã, o fato é que negociar com um banco de desenvolvimento que está na "lista negra" americana não é a melhor forma de pavimentar o caminho para as especiarias do Oriente. "Trata-se de um gesto equivocado do presidente Lula. Há várias formas de se estabelecer parcerias que intensifiquem o comércio bilateral", diz Javedanfar. Um exemplo é o que tem feito a China, que vendeu ao Irã US$ 10 bilhões, entre 2007 e 2008. Foi seguida de perto pela Alemanha (US$ 7 bilhões) e os Emirados Árabes Unidos (US$ 6,6 bilhões). No mesmo período, o Brasil conseguiu US$ 2,2 bilhões. O volume de comércio desses países prova que há maneiras menos explosivas de se estimular as exportações.

"O problema não é econômico, mas político", alerta o brasileiro Salvador GhelfiRaza, professor do Centro de Estudos Hemisféricos de Defesa, um braço acadêmico do Pentágono.

"Ter o direito de fazer um acordo não quer dizer que seja legítimo fazê-lo. Está claro que o governo Lula fez uma opção ideológica", afirma Raza. Ele ressalta que o Export Development Bank of Iran tem financiado diversos projetos em Cuba, El Salvador,

Equador, Bolívia e até montou uma sociedade com a Venezuela: o chamado Banco Internacional de Desarollo, com sede em Caracas. Recentemente, os presidentes Mahmoud Ahmadinejad e Hugo Chávez anunciaram investimento de US$ 200 milhões para projetos econômicos, industriais e de extração mineral conjuntos. Mas a meta do capital conjunto é de US$ 1,2 bilhão.

"Negociar com Ahmadinejad é o mesmo que negociar com Adolf Hitler.

Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura Ele prega o fim do Estado de Israel e o extermínio dos judeus", diz o analista israelense Raphael Israeli, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém. Para ele, a via de comércio aberta pelo governo Lula tem um custo alto, "o de vidas humanas". Israeli se refere às ações de repressão contra os manifestantes que foram às ruas de Teerã para questionar o resultado da eleição que reconduziu Ahmadinejad ao poder, e que terminaram na morte de duas dezenas de pessoas. Mais ponderado, Raza diz que o Brasil trai a sua história ao apoiar um regime opressor que é contra a democracia. "Não acho o Irã um bicho-papão, mas acho que a estrutura

O chefe da Divisão de Programas de Promoção à Exportação do Itamaraty, Rodrigo de Azevedo, que assinou o acordo com o EBDI, rebate as críticas e diz que o Brasil não vai abrir mão do direito soberano de negociar com quem quer que seja. O governo, segundo ele, não está preocupado se o acordo com o Irã vai afetar as relações com os Estados Unidos. "Nosso ponto de vista é comercial, não político. Além disso, há uma demanda dos empresários brasileiros para negociar com o Irã", garante Azevedo. A única concessão que o Brasil admite fazer, segundo ele, é manter-se afinado com as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas em relação à energia nuclear. O resto é comércio.


Istoé - por

Claudio Dantas Sequeira

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FAB recebe proposta de novas aeronaves C 105 PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Realidade Nacional
Por admin   
24 de junho de 2009

Sample ImageA Subdiretoria de Desenvolvimento e Programas (SDDP), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Aeronáutica recebeu esta semana, em Brasília, a oferta inicial da empresa espanhola EADS-CASA para a aquisição de quatro novas aeronaves de transporte C-105 Amazonas e quatro SC-105, versão de busca e resgate da referida aeronave. Os aviões serão destinados a unidades de transporte que atual no Norte e Centro-Oeste do país e ao Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV), sediado em Campo Grande (MS) e especializado em operações de busca e salvamento.

 

 

 

 

A oferta inicial da empresa visa atender aos requisitos do Comando da Aeronáutica expedidos por meio de pedido de oferta (Request for Proposal – RFP) entregue à empresa no último dia 15 de abril. A próxima fase do processo de aquisição das novas aeronaves será a avaliação inicial da oferta apresentada, o que ocorrerá em julho. Uma equipe multidisciplinar, composta por militares e civis de vários setores da Aeronáutica, sob a coordenação da Gerência do Projeto CL-X, avaliará os aspectos técnico-operacionais, logísticos, comerciais, industriais e de offset, entre outros elementos.

 

 

 Sample Image

 

 

Ficha Técnica

Tipo: cargueiro militar tático
Motores: - 2 motores turbo-hélices PW127G de 2.645 HP cada
Desempenho: - velocidade máx. cruzeiro: 474 Km/h
- razão de subida:
- teto operacional: 27 mil pés (8.230 m)
Compartimento de carga: 57 m3
Alcance: - com carga máxima: 1.455 Km
- com 4.000 Kg de carga: 4.969 Km
      Dimensões: - comprimento: 24,45 m
- envergadura: 25,81 m
- altura:
Capacidade: - 73 soldados
- ou 48 pára-quedistas totalmente equipados
- ou 21 feridos e mais 3 assistentes médicos
- ou 9.250 Kg de carga útil
Operadores: Brasil, Espanha, Turquia, Irlanda,Coréia do Sul e outros

 

 

 

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Última Atualização ( 24 de junho de 2009 )
 
Exoesqueleto: O soldado do futuro? PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Lockheed Martin mostrou o seu projeto de exoesqueleto Human Universal Load Carrier (HULC) para aumentar a força de soldados e evitar cansaço prematuro.

O HULC está sendo desenvolvido juntamente com a Berkeley BionicsTM. Em combate já levam cargas pesadas diminuindo a agilidade e aumentando o desgaste.

 

 

O HULC possibilita que um soldado leve 90kg de cargas sem esforço. O HULC transfere o peso das cargas para a terra com baterias elétricas e um computador possibilita que o esqueleto se moverá seguindo os movimentos do corpo.

O que ficamos a pensar é se parte de tais 90kg (ou mais em futuras versões) forem usadas para blindagem pessoal, teremos um soldado praticamente invulnerável.

 É melhor acompanhar de perto. Trata-se de uma tecnologia que está sendo desenvolvida sem muito alarde, mas que se realmente funcionar, irá revolucionar a maneira pela qual concebemos a defesa.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
US Army adquire miras térmicas TWS II PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageO US Army comprou 28 mil miras térmicas TWS II por US$ 2 bilhões para prover fuzil e metralhadoras com custo médio de US$ 8.200 cada.

O novo padrão tem várias melhorias que ponderaram dados das tropas como um modelo mais leve, fácil de usar e manter. O novo padrão é 1/3 mais leve no geral e usa baterias uniformizadas ao invés de baterias especiais e difíceis de substituir. As novas baterias são capazes de serem compradas em lojas como já feito no Iraque.

 Sample Image

 

 O TWS II virá em três tamanhos:  leve para o M-16 com alcance de 550 metros, o médio para metralhadoras com alcance de 1.100 metros e o pesado para metralhadoras pesadas e lança-granadas com alcance de 2200 metros.

O US Army já utiliza 20 mil TWS de modelos antigos e novos.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
General Atomics desenvolve UAV PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageO UAV Avenger (Predator C) foi demonstrado pela General Atomics em desenvolvimento com recursos próprios. O Avenger é um UAV a jato com formas “stealth”, cauda em V e entrada de ar superior.

Estava previsto o voo em 2006, mas foi adiado até 2008 e novamente para este ano. O uso principal é para vigilância radar. A US Navy está interessada desde 2002, mas não quer uma aeronave a hélice no convés.

O Avenger já foi projetado com asas dobráveis e gancho de parada para poder atuar embarcado, além de facilitar o armazenamento. O MQ-1 Predator B tem o custo de US$ 7 milhões e o MQ-9 Predator C deve custar o três vezes mais, mas ainda será metade do custo do Global Hawk, com 85% do performance.

O trem de pouso é o mesmo do F-5. Os sensores podem ser o radar SAR Lynx e sensores eletroóticos como o FLIR do F-35. A propulsão será um turbofan Pratt & Whitney PW545B com as mesmas armas do Predator B Reaper mantendo o papel Hunter/Kiiler.

O objetivo é ter uma maior aptidão de sobrevivência em cenários de maior intensidade. Sendo a jato terá maior velocidade de transito com melhor tempo de resposta.

O Avenger tem 20 metros de envergadura e chega a uma velocidade de 740 km/h e teto máximo de 60 mil pés. O transporte externo será feito em cenários de menor intensidade podendo levar combustível extra internamente para 2 horas a mais somadas as 20 horas de autonomia.

O MQ-1 tem maior autonomia e o MQ-9 leva mais peso com o Predator C sendo uma mistura das duas capacidades com resposta rápida.

O  compartimento interno de armas pode levar bombas GBU-38 de 227 kg. A carga total é estimada em 3 mil libras em armas e sensores, incluido no compartimento interno de cerca de 10 pés de comprimento.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
KC-130J dos EUA serão modificados PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

O USMC está analisando a modificação de vários KC-130J de reabastecimento em vôo para ter capacidade análoga ao AC-130 Spooky e Spectre da USAF como resulto da necessidade das tropas no Afeganistão para de um maior poder de  fogo.

O programa tem o nome de  “Harverst Hawk”.

A aeronave receberá equipamento modular de armas e sensores podendo ser um canhão Mk44 Bushmaster II de 30 mm, mísseis AGM-114 Hellfire armados nas asas e armas de longo alcance.

O USMC viu o a operação com sucesso dos AC-130 nos combates recentes, mas não tem como comparar por custar o triplo do KC-130. O plano inicial são para três kits e depois ter três kits roll-on/ roll-off por esquadrão criando um "gunship instantâneo". Serão nove kits em 2011 e outros 12 em 2012. Os kits serão aperfeiçoados com o tempo.

A fase I seria a capacidade básica com “pod” na seção traseira do tanque externo esquerdo, com os dados indo para um container especial com consoles, mísseis “Hellfire” com lançador na asa esquerda e um canhão “ATK Bushmaster” de 30mmm movido na porta.

O candidato a sensor são os modelos “Lockheed Martin AN/AAQ-30 TSS” já usado no AH-1Z e alguns AC-130 e no “L-3 Wescam MX-15D” (AN/AAQ-35). A Lockheed Martin foi contrata por US$ 22 milhões para desenvolver o sistema de controle de tiro “roll-on, roll-off” (modular) para instalar nos KC-130J.

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F-15SE competirá com o F-35 PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Extras
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Boeing revelou o novo caça F-15SE (Silent Eagle) para competir com o F-35 no mercado externo.

O F-15SE é basicamente um F-15 com radar AESA, nova aviônica  e fuselagem modificada com menor RCS. Os tanques conformais (CFT) tem dois compartimentos internos de armas cada um com dois pontos fixos, um na asa e um trapézio capaz de levar bombas JDAM de 454 kg ou mísseis AMRAAM.

O CFT pode ser trocado em 2,5 horas e depois abrigar os novos.Com o novo CFT o alcance diminui de 180 a 200 milhas em razão da menor capacidade de combustível. A Boeing já tinha estudado um F-15 furtivo como substituição  ao F-22, sendo a novidade o CFT com armas internas.

O RCS frontal pode ser baixado ao nível do F-35, deve usar um bloqueador de radar nas entradas de ar, mas não deve ser vendido. As novas capacidades podem ser utilizadas em aeronaves já operacionais, custando bem menos. A porta superior abre com um trilho para AMRAAM ou AIM-9X ou bombas de 227 kg.

Todos podem levar dois SDB cada. A cauda foi inclinada em 15 graus para fora para diminuir a  necessidade de lastro e diminuir o RCS. A assinatura frontal foi reduzida com a adição de cobertura absorvente de radar.

 

A Boeing confirma que o RCS não ajuda contra radares em terra. A assinatura térmica também não foi diminuída. A BAE Systems participa com o Digital Electronic Warfare System (DEWS) de guerra eletrônica. A aeronave pode ser alterada  para padrão não furtivo trocando o CFT levando armas externas e maior capacidade de combustível.

O projeto foi oferecido a Israel, Japão, Cingapura, Arábia Saudita e Coréia do Sul. A Boeing espera vender 190 unidades. O custo é avaliado em US$100 milhões incluindo apoio logístico e treinamento. Os testes de voo foram planejados para 2010 incluindo disparo real de armas.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
Mectron e Britanite demonstram nova bomba PDF Imprimir E-mail
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Notícias - Millitar:: América Latina
Por admin   
23 de junho de 2009

Sample ImageA Mectron e a Britanite IBQ Defence Systems demonstraram um novo concepção de kit de bomba dirigida chamado Acauan (falcão) ou SMKB (Smart Kit Bomb) desenvolvido junto com o CTA. O kit usa guiamento por INS apoiado por navegação por satélite. O receptor de satélite é compatível com o GPS americano, Glonass russo ou o Galileo europeu.

A Britanite é responsável pela cabeça de guerra, kit de cauda e sistema de planejamento missão. Uma vantagem do novo kit é a facilidade de integração, particularmente em aeronaves pouco sofisticadas, pois não precisa conexão de “databus” para controle ou designação de alvos. As empresas criaram um sistema sem fio portátil com criptografia que pode programar as coordenadas do alvo em terra ou no ar ou modos de operação. Assim o kit pode ser conectado em qualquer aeronave sem apoio do fabricante do avião.

O CEP é tido como 6 metros (se não for interferido) e bem melhor que modos de lançamento CCRP. As empresas não disseram se estudam acrescentar outros kits de guiamento como laser, TV ou infravermelho.

 

A energia da bomba é gerada por uma pequena hélice no nariz da bomba não precisando de energia da aeronave. O kit virá em versões para ser instalado nos modelos  Mk82 ou Mk83. A SMKB/Acauan pode ser disparada a uma altura de até 10 mil metros com alcance de 16 km a 24km. As empresas não especulam um kit para a bomba Mk84 por ser considerada potente para "ataques cirúrgicos" (embora vários alvos importantes necessitarem de armas até mais possantes) e também não citam se será usada em bombas penetradoras BPEN. Um kit de asas está sendo desenvolvido para ampliar o alcance para 35-40 km. A primeira entrega é esperada para 2010, e as empresas citam que já foi comercializada para outro país da América do Sul e pelo menos quatro do oriente médio.

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Última Atualização ( 23 de junho de 2009 )
 
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