A Estratégia

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No âmbito da visita do presidente da Bolívia, Evo Morales, à Rússia, o diretor da agência russa para a cooperação técnica, Mikhail Dmitriev, revelou esta segunda-feira (16) que Moscou poderia abrir para La Paz um linha de credito para a compra de diverso material bélico.

“Estamos examinando este assunto”, disse.

“ Esperamos no futuro próximo começar a cumprir o primeiro contrato importante de fornecimento de helicópteros ( militares) à Bolívia”, disse o presidente Dmitri Medvedev, sem precisar, segundo Ra Novosti.

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Cerca de 15 estudantes da Escola Russa, de origem russa e ucraniana, vieram à sede da Agência Espacial Brasileira (AEB), em Brasília, na quinta-feira (5/02), para conhecer o Programa Espacial Brasileiro. Os alunos do primeiro e do terceiro ano do Ensino Médio foram recebidos pelos monitores do Programa AEB Escola, que apresentaram o Programa Espacial Brasileiro. Os alunos participaram, também, de uma oficina sobre construção de foguetes didáticos.

Segundo o adido cultural da Embaixada da Rússia, Vasily Sukkoy, os alunos tinham muita curiosidade para conhecer o Programa Espacial Brasileiro. “No meu país há uma valorização do ensino da astronomia. Desde muito cedo os estudantes aprendem, em uma disciplina chamada Ciências da Terra, sobre a importância do programa espacial em nossas vidas”, explicou.

O Brasil e a Rússia mantêm antiga cooperação na área espacial. O primeiro acordo completa 21 anos, em 2009. De acordo com Sukkoy, a comunidade russa no Brasil também vem crescendo, motivada pela intensa cooperação comercial entre os dois países. Somente em Brasília residem cerca de 100 russos, entre diplomatas e imigrantes.

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Por qual razão você leu este título? Está consternado, abalado? Sentindo-se triste em razão da perseguição dos judeus? Pois bem, a única diferença é que ocorreu o contrário. 410 crianças palestinas foram covardemente mortas pelo exército de Israel. Mas o fato é que isso se tornou tão "corriqueiro" que sequer nos deixamos mais abalar. E se fossem nossos filhos? Vale a pena meditar...


Em apenas três semanas de conflito na Faixa de Gaza deixaram 80 mil pessoas desabrigadas e a reconstrução da região atacada levará anos para ser concluída, segundo dados divulgados ontem, em Genebra, pelas Nações Unidas e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. A ONU anunciou que começou a enviar à região psicólogos para ajudar crianças e famílias a superar os traumas do conflito.



"Gaza hoje é uma área que parece ter sofrido um enorme terremoto. Milhares de pessoas não têm para onde ir", afirmou Guido Sabatinelli, responsável de Saúde da ONU nos territórios ocupados palestinos. "A crise humana não vai terminar com o cessar-fogo. Precisamos ter corredores humanitários abertos e de liberdade para que bens possam entrar em Gaza", afirmou.



Segundo Sabatinelli, 1.300 mortes foram confirmadas - 410 de crianças e adolescentes de até 16 anos. Os feridos já somam mais de 5,3 mil, dos quais 300 tiveram pernas ou braços amputados.No total, 53 estabelecimentos da ONU e de organismos internacionais foram atingidos, entre eles escolas e postos de saúde. Cerca de 400 mil pessoas estão sem água encanada.

Terá sido esta lição histórica que Israel aprendeu com os nazistas? De que vale a "guerra total" proclamada por Goebbels? De que inocentes devem pagar com a vida pela ambição desenfreada de nações? Como diz o ditado, a "semeadura é livre, mas a colheita obrigatória". Podemos semear o que quisermos nesta vida, mas certamente seremos forçados a colher tudo o que lançarmos à terra. Israel vem semeando ódio, covardia e desumanidade. Quando começará a colher e como, isso é apenas uma questão de tempo. Sinto pena das futuras gerações de israelenses, que haverão de pagar um alto preço pelo erro dos pais...

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O mineiro Luis Fernando Ribeiro de Sousa, 32, cresceu e até hoje vive no meio militar. É um capitão do Exército que acredita que a democracia pode melhorar as Forças Armadas. Ele integra um movimento que defende mais participação política na corporação, e se prepara para concorrer em 2010 a deputado federal. Para evitar punições, ele falou à Folha enfatizando que todas as idéias são pessoais e não representam a corporação.

FOLHA - Como surgiu esse movimento?

LUIS FERNANDO RIBEIRO DE SOUSA - Mudanças que poderiam melhorar as Forças Armadas, para que ela tenha papel importante, só acontecem por meio de participação política. Qualquer coisa que a gente pode fazer passa pela via política. Precisamos de deputados e senadores para promover qualquer transformação. Assim começamos a nos organizar.

FOLHA - Qual o objetivo do movimento?

SOUSA - O regulamento disciplinar do Exército não contempla um monte de garantias que a Constituição contempla. O movimento é para dizer que o documento maior é a Constituição [e não regimentos internos]. Deve-se ter direito à liberdade de expressão, de associação para fins pacíficos.

FOLHA - Querem mais democracia no Exército?

SOUSA - Dentro das Forças Armadas, até certo ponto tem democracia e até certo ponto não tem. O processo para que todos os direitos do artigo 5º e do artigo 6º [da Constituição Federal] cheguem aos militares não será de uma hora para a outra. Precisa haver democracia para toda a sociedade, inclusive para o Exército. O que está errado é o regulamento disciplinar. Lá na Constituição, que é a arma que nós empunhamos, diz que ninguém pode ser preso senão em flagrante delito. Temos que fazer mudar o regulamento disciplinar do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, fazer um regulamento da Defesa unificado e pedir que os governos estaduais também façam isso com as polícias militares.

FOLHA - Querem menos disciplina?

SOUSA - Há setores mais conservadores, ainda da ditadura militar, que dizem que estamos querendo acabar com a hierarquia e a disciplina. Muito pelo contrário. Será uma disciplina verdadeira. Como uma pessoa pode ser punida por dar uma entrevista, por se associar?

FOLHA - O Exército está boicotando o movimento?

SOUSA - O Exército sabe que nosso objetivo é ter um candidato por Estado. O que ele fez? Transferiu [os oficiais]. As ligações políticas locais são quebradas. A meu ver, foi uma medida pensada para desarticular esse movimento. Querem evitar que haja interferência política em assuntos do Exército.

FOLHA - Ao falar em participação política dos militares, não há como não se lembrar da ditadura...

SOUSA - A gente não tem nada a ver com a ditadura militar. Eu não quero entrar no mérito [e dizer] se foi certo ou errado. Cabe a nós pensar para frente, somos capitães, tenentes. Nosso pensamento é desenvolver o Brasil, um lugar para a gente crescer, com a não-criminalização dos movimentos sociais.

FOLHA - O que é o capitanismo?

SOUSA - É um movimento que constrói a democracia. É uma adequação da estrutura secular das forças militares à realidade pós-88. É fazer chegar a Constituição também ao meio militar.

FOLHA - Quantos os senhores são?

SOUSA - Eu não quero identificar ninguém, porque a retaliação pode vir pesada. Mas eu recebo cerca de cem e-mails por dia, de todo o Brasil. São pessoas de todas as Forças Armadas com o mesmo sentimento.

FOLHA - Como os senhores estão se organizando para 2010?

SOUSA - Estamos discutindo os candidatos. Definimos que vamos apoiar quem o presidente [Luiz Inácio] Lula [da Silva] apoiar. Vemos o Lula como uma pessoa mais desenvolvimentista. Não é uma opção pela direita ou pela esquerda. É desenvolvimento, onde há projetos de usinas nucleares, de submarino nuclear, de tecnologia militar, de fortalecimento da indústria militar de defesa. Queremos um país forte, uma América Latina integrada.

FOLHA - Quando você entra nas Forças Armadas, você sabe do regulamento ao qual deve se submeter.

SOUSA - Regulamento que não contempla direitos. Um regulamento que te coloca uma rédea curta. Ele pode ser totalmente diferente sem estragar nada. O grande problema, que os generais não aceitam, é a [eliminação da] pena restritiva de liberdade. Você ficar preso dentro do quartel. Eu fui preso e meu filho foi me visitar. Imagina o que o menino pensa: "Meu pai é do Exército ou é traficante?" Prisão é para criminoso. Quem está com cabelo grande não é criminoso.

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Militares que concorreram nas eleições municipais e não se elegeram acusam o Exército de boicotar suas aspirações políticas por meio de transferências que os tirem de seus redutos eleitorais.

Pelo menos 50 oficiais e praças não-eleitos acabaram em guarnições diferentes daquelas que estavam quando se afastaram para disputar o pleito de 2008. Entre eles estão militares que fazem parte de um movimento que se auto-intitula "Capitanismo", grupo não reconhecido pelo Comando do Exército que se organiza para ter maior participação política.

Apesar do medo de punições, militares nessa situação apresentaram queixa ao Ministério Público Federal. Eles se organizam para entrar com uma ação coletiva na Justiça exigindo o retorno aos postos que ocupavam antes de julho, quando se licenciaram para concorrer.

Os transferidos ganharam o apoio da deputada federal Luciana Genro (PSOL-RS), que enviou ofício ao Ministro da Defesa, Nelson Jobim, pedindo a revogação das transferências. Segundo ela, a decisão tem "indícios de perseguição política".

Dois militares que concorreram a vereador e foram transferidos citam o alto custo das transferências -calculadas por eles em R$ 30 mil por militar, em média-, que acarretariam um custo de mais de R$ 1,5 milhão aos cofres da União.

A participação política e a eleição de militares da ativa é permitida pela Constituição. Por estarem na ativa, eles são liberados da regra de filiação um ano antes do pleito. Caso eleitos, precisam se desligar da corporação ou ir para a reserva.

Nas eleições municipais de outubro, mais de 80 praças e oficiais do Exército concorreram. Nem todos fazem parte do "Capitanismo", e quem faz não diz abertamente -também para evitar punições.

O grupo é liderado por capitães que dizem estar em um patamar intermediário entre "os generais da ditadura" e "a geração democrática de não-oficiais". Eles têm reivindicações internas, como o fim das punições por meio de restrição de liberdade (as prisões no quartel), direito à liberdade de expressão e maior participação das mulheres em todos os escalões do Exército. Mas há também a vontade de ampliar o papel das Forças Armadas, com maiores investimentos em Defesa, e pautas internacionais, como a integração da América Latina.

Desde 2004, o grupo debate como participar mais da política partidária brasileira. Apesar de trabalhar para eleger vereadores e prefeitos, o alvo não é obter postos municipais, mas construir a base para eleger congressistas. "Queremos ter participação nacional", diz Luis Fernando Ribeiro de Sousa, capitão da ativa que se prepara para ser candidato a deputado federal e único que aceitou falar à Folha. Para 2010, diz ele, o grupo planeja eleger um deputado federal por Estado.

Apesar de não se considerarem de direita ou de esquerda, os "capitanistas" são simpáticos ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as razões, segundo Sousa, está sua veia desenvolvimentista.

O grupo acredita que as Forças Armadas são contrárias ao envolvimento político de seus integrantes, ignorando que a história dos militares no país é repleta de exemplos de grandes políticos. O duque de Caxias, patrono do Exército, foi senador e presidente do Conselho de Ministros. Vários generais foram presidentes, a começar por Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Hermes da Fonseca e Eurico Dutra foram eleitos diretamente.

O pesquisador Gláucio Ary Dillon Soares, autor do livro "A Democracia Interrompida", afirma que há tradição antiga de participação militar na política, mas o Exército atual "aprendeu com a maré de desprestígio vinda com a ditadura que o melhor é ser só militar".

O pesquisador diz, porém, que decisões da atual administração têm irritado militares. Ele dá como exemplo a percepção de que o Brasil é "usado" por outros países da América Latina, sem uma resposta adequada. "A ala nacionalista das Forças Armadas sente-se quase insultada com a pusilanimidade do governo Lula."

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O Ministério da Defesa vai quase dobrar o número de pelotões de fronteira na Amazônia, mas a diretriz de instalação dos novos postos mudará radicalmente. Serão, prioritariamente, "células de vigilância militar", deixando em segundo plano a velha preocupação com a chamada "vivificação das fronteiras" - o povoamento da região -, o que sempre levava ao traslado de familiares dos militares para a áreas dos pelotões e à criação de pelo menos uma vila no entorno.

Atendendo à recomendação do decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho do ano passado, o Exército vai instalar 28 novos pelotões em terras indígenas e em áreas de conservação da Amazônia. O projeto, batizado com o nome de Amazônia Protegida, ampliará de 23 para 51 o número de pelotões de fronteira e reforçará prioritariamente a Região Norte, área mais rarefeita de proteção militar.

Pelo projeto, as novas unidades de defesa serão construídas ao longo dos próximos nove anos, estendendo-se até 2018, e com um orçamento de R$ 1 bilhão. A meta é aumentar o número de militares do Exército presentes na área de 25 mil para 30 mil. O projeto prevê ainda a modernização dos quartéis que já existem na fronteira, ao custo de R$ 140 milhões.

O Amazônia Protegida foi concebido já com base na Estratégia Nacional de Defesa, lançada em dezembro por Lula. Nessa nova concepção, os 28 novos pelotões de fronteira servirão para "monitorar" e "reagir imediatamente" a qualquer ameaça. Serão "a ponta de um sistema estratégico de defesa". Terão menos gente e mais equipamentos.

Ao contrário do que ocorre hoje, quando com a instalação dos pelotões são construídas vilas residenciais para abrigar os familiares dos militares, na nova concepção filhos e mulheres não irão mais para a fronteira com seus maridos, permanecendo nos centros urbanos. Os soldados servirão nos postos de fronteira em sistema de rodízio.

RADARES

De acordo com um general, o novo pelotão constituirá "uma espécie de célula de vigilância" e, quando todos os postos estiverem instalados, a distância entre eles será de 200 a 250 quilômetros. Tudo será coberto pelos radares de vigilância aérea e terrestre, que estarão conectados ao sistema de comando e controle da unidade central.

O Amazonas será o Estado que mais receberá novos postos de fronteira, sete, seguido de Roraima, com seis. No Amazonas eles ficarão em Demini, Jurupari, Marauiá, Tunuí, Traíra, Puruê e Bom Jesus. Em Roraima, serão instalados em Entre Rios, Jacamim, Vila Contão, Serra do Sol, Ericó e Uaiacás. Os demais Estados da Amazônia receberão quatro postos, dos quais três em Rondônia (Surpresa, Rolim de Moura e Pimenteiras do Oeste). No Amapá, eles serão construídos em Vila Brasil, Queriniutu, Jari e Amapari. No Pará, em Tiriós, Curiaú, Cafuni e Trombetas. No Acre, em São Salvador, Marechal Thaumaturgo, Jordão e Iaco.

Apesar de a implantação dos novos pelotões não ter mais a função de povoar a Amazônia, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, tem dito que a região precisa ser ocupada e desenvolvida. Jobim disse aos parlamentares, em audiência pública no Congresso, no fim do ano, que o "desenvolvimento e a proteção da Amazônia só serão eficazes se tiverem a vertente civil, com a presença e o envolvimento de todos os segmentos do Estado na região".

"Sem isso, nós vamos gastar, investir, vamos proteger a Amazônia, mas a dificuldade é que os ilícitos serão praticados por aqueles personagens que, por falta de opção econômica para garantir sua sobrevivência, são empurrados para a ilegalidade", avaliou Jobim, citando como exemplo os que acabam praticando o desmatamento.

Afinado com a tese dos militares, ele considera que a região não pode ser "um jardim para deleite de europeus que destruíram suas florestas", mas um local em que os brasileiros possam se desenvolver. "A Amazônia não pode ser mantida como um parque de recreio para europeus e americanos apenas", insiste. "Lógico, o turismo é importante, mas reduzir a Amazônia a somente isso é muito ruim."

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Quando ignorantes ou mesmo "românticos" escrevem bobagens sobre estratégia, sem qualquer conhecimento de causa, simplesmente ignoramos, pois se trata de assunto que, infelizmente, está longe da realidade das massas.

Porém, quando colunistas do quilate de Guterman e Janio de Freitas (Estadao e Folha) se unem para produzir absurdos lógicos, bem, neste caso somos obrigados a utilizar da democracia para rebater tais impropriedades.

Claro que não podemos deixar de louvar a romântica visão dos colunistas, ao juntar fotos de criancinhas mutiladas e exigir a extinção da bombas de fragmentação, alegando que elas matam e mutilam civis.

Primeiramente, BOMBAS FRAGMENTÁRIAS, assim como QUALQUER ARMAMENTO MILITAR, não mutilam ou matam civis. QUEM MATA SÃO OS EXÉRCITOS (regulares ou não) que violam preceitos da própria convenção de Viena, ao atacar civis através de todo e qualquer armamento que possuam em mãos.

E tenham certeza, NAPALM, usado pelos EUA contra Iraquianos, causa muito mais sofrimento (queima vivo) que uma bomba fragmentária.

Mas então, porque a celeuma acerca de Bombas Fragmentárias?

A REALIDADE, QUE OS JORNALISTAS NÃO VÊEM

O tema das bombas de fragmentação é muito sensível, em especial se usado em áreas urbanas.

O problema é que, quanto a países que possuem florestas, com qual outro armamento seria possível fazer frente a guerrilheiros entocados em densas áreas de florestas?

Sem elas, só nos restariam 2 opções: a) dizimar a floresta, e com ela o inimigo, como fazem os americanos ao usar NAPALM (que queima a pessoa viva); b) lutar homem a homem, o que tornaria qualquer defesa em selva impossível de se tomar. Ou seja, se os americanos desembarcassem na Amazônia, seria impossível tirá-los de lá;

Logo, enquanto meio de "desentocar" inimigos em áreas de floresta, as bombas de fragmentação são mesmo o melhor meio.

Claro que sempre parece desumano falar em "armamento mais eficiente", mas quando se trata de defender seu país, seja ele Israel, Rússia ou o Brasil, de um agressor externo, a situação muda de figura.

Além disso, nossas forças ainda encaram com grande desconfiança as intenções americanas em nossa amazonia. Se eles mantiveram as bombas de fragmentação, nós jamais poderíamos abrir mão dessa possibilidade, pois, num cenário de invasão americana na amazonia (algo nada improvavel), essa seria uma das poucas armas efetivas contra eles.

A única possibilidade do Brasil assinar tal tratado, sem arriar as calças para os EUA, seria se TODOS assinassem, a começar pelos americanos.

Ademais, todas as armas matam e mutilam. E se fossemos banir algo, creio que a primeira votação deveria ser pela extinção das bombas atômicas e as quimicas (usadas na guerra do iraque - NAPALM).

COINCIDÊNCIAS?

É preciso frisar ainda um fato que realmente nos intriga. Toda vez que uma indústria bélica nacional ou aerospacial disponta no cenário internacional, uma leva de "defensores de direitos humanos" surge, escrevendo artigos, criando movimentos e pressões de todas as formas.

Isso se deu, mais uma vez. Nos últimos meses, a AVIBRAS fechou um fantástico contrato de mísseis (sim, com ogivas fragmentárias) que recolocou a empresa no cenário internacional. Não demorou muito, e vozes se levantaram vociferando contra o fato de "vendermos coisas que matam"...

Claro, países devem se defender com flores e poesias, na visão de Guterman e Jânio... Mas por sorte, mesmo Lula, com sua formação humanística, não foi tão "romântico" a ponto de não perceber que por trás desse movimento humanistóide, encontram-se as garras escancaradas do império americano, ávido por recursos naturais, e por nos tornar presas fáceis de sua cobiça.

HUMANISMO DESUMANO

Não poderíamos deixar de comentar ainda a "lógica" usada por Guterman e tantos outros sobre o uso das Bombas Fragmentárias, em especial por países dotados de grandes riquezas naturais e poucos recursos de defesa.

Ora, no caso de uma invasão no Brasil por uma grande potência, teríamos realmente poucas recursos. Mas com nossas boas bombas fragmentárias, poderíamos poupar o sacrifício de MILHÕES de soldados brasileiros que, sem um armamento eficiente, teriam de se sacrificar em nome de seu país.

Agora, claro....Devemos ser HUMANOS com nossos inimigos, mas eles tem todo o direito de nos "churrasquear" com suas bombas químicas, ou nos aniquilar com suas bombas atômicas...

Que lógica é essa? A serviço de que interesses tais jornalistas escrevem? Certamente não dos brasileiros.

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A probabilidade de um jovem da América Latina morrer vítima de homicídio é 30 vezes superior que a de um jovem da Europa e mais de 70 vezes maior que em países como Grécia, Inglaterra ou Japão, revela o Mapa da Violência: os Jovens da América Latina 2008, lançado nesta terça-feira, 25. O estudo elaborado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diretor de pesquisas do Instituto Sangari, a partir da análise de dados de 83 paises, 16 deles latino-americanos, revela que o continente tem a maior taxa de homicídios do mundo e, nesse contexto, os jovens são as principais vítimas.

"Estamos vivendo uma crise de juventude na América Latina", disse Waiselfisz à BBC Brasil. De acordo com o relatório - lançado em parceria pelo Instituto Sangari, o Ministério da Justiça e a Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana (Ritla) -, a taxa de homicídios entre jovens de 15 a 24 anos na América Latina é de 36,6 para cada 100 mil habitantes. Na América do Norte, essa taxa é de 12, e na Europa, de 1,2.

Entre os 83 países analisados, os cinco primeiros colocados no ranking que mede a taxa de homicídio juvenil são da América Latina. A lista é liderada por El Salvador, com 92,3 homicídios para cada 100 mil habitantes. O Brasil é o quinto colocado, com taxa de 51,6.

Quando observadas as taxas na população total, e não apenas entre os jovens, a América Latina também aparece à frente dos outros continentes, com 19,9 homicídios para cada 100 mil habitantes. Na Europa, essa taxa é de 1,2. Na América do Norte, é de 5,6.

Os quatro países com maiores taxas totais de homicídios entre os 83 analisados são da América Latina. El Salvador novamente encabeça o ranking, com 48,8 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Segundo Waiselfisz, mesmo os países com as menores taxas de homicídio na América Latina, quando analisados no contexto mundial aparecem em posição intermediária "ou até mesmo entre os de violência elevada."

O Uruguai é o país latino-americano com a menor taxa de homicídio juvenil, 7 para cada 100 mil habitantes. Em relação aos homicídios totais, tem taxa de 4,5. Apesar disso, quando confrontado com os outros 82 países, o Uruguai fica na 27º posição em relação a homicídios juvenis e na 35ª nas taxas totais.

Vítimas

Os países latino-americanos também ocupam posição de destaque quando analisados os índices de vitimização juvenil (a relação entre a taxa de homicídios entre jovens e entre não-jovens). Porto Rico (Estado Livre Associado dos Estados Unidos mas que, como afirma o autor, "compartilha muitos elementos da cultura latina") é o primeiro em vitimização, com índice de 3,3. É seguido pela Venezuela (2,9) e pelo Brasil (2,7). Em quarto lugar aparecem os Estados Unidos, com índice de 2,6.

Segundo o estudo, apesar da noção de que a violência juvenil é um fenômeno universal, "em mais da metade dos países a proporção de vítimas jovens é quase igual ou inferior às vítimas não-jovens".

Na América Latina, porém, o panorama é considerado "grave". Dos 20 países com maior índice de vitimização juvenil, dez são latino-americanos.

O Mapa da Violência acompanha a evolução dos homicídios nos países latino-americanos entre 1994 e 2005 e revela que apenas quatro dos 16 países da região analisados tiveram quedas nas taxas totais.

"Na população jovem, só três países (Colômbia, Cuba e México) mostram queda em suas taxas de homicídio", diz o documento.

Em vários países, os homicídios juvenis foram responsáveis pelo aumento das taxas de violência.

"Em casos extremos, como os do Brasil, El Salvador, Guatemala e Paraguai, as vítimas juvenis são responsáveis pela quase totalidade dos aumentos dos homicídios no período (de 1994 a 2005)", afirma o estudo.

Renda

Além de homicídios, o relatório traz dados sobre acidentes de transporte, suicídios e mortes por arma de fogo. Segundo Waiselfisz, em todas as categorias a América Latina se destaca pela alta taxa de mortalidade juvenil.

Ao analisar os fatores que explicam os níveis de violência, o relatório conclui que as desigualdades na distruibuição de renda têm grande peso. "Uma das explicações mais fortes no momento é de que grande parte dessa violência se explica pela concentração de renda", disse Waiselfisz à BBC Brasil.

No relatório, foram analisados indicadores do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), a relação entre os 10% mais pobres e os 10% mais ricos e o índice Gini (que mede a concentração de renda de um país).

O documento diz que nos indicadores relativos à concentração e à distribuição de renda, os coeficientes de correlação são muito elevados, "principalmente a do indicador que só toma em conta os extremos de distruibuição."

Segundo o autor, "48% da variação dos índices de homicídio total são explicadas pela variação dos índices de concentração de renda". De acordo com o relatório, os indicadores de concentração de renda explicam melhor os homicídios juvenis do que aqueles entre não-jovens.

"Com isso podemos concluir que, mais do que a pobreza absoluta ou generalizada, é a pobreza dentro da riqueza, são os constrastes entre ambas, com sua seqüela de maximização e visibilidade das diferenças, a que teria maior poder de determinação dos níveis de homicídio de um país", escreveu o autor no relatório.

O Mapa da Violência revela ainda uma reconfiguração geográfica na violência na América Latina.

Segundo Waiselfisz, os pólos dinâmicos de violência historicamente estavam localizados principalmente na Colômbia e no Brasil, relacionados especialmente ao tráfico de drogas. No entanto, quedas nos índices da Colômbia, a partir de 2002, e do Brasil, desde 2003, aliadas ao aumento dos índices em países como El Salvador, Nicarágua e Guatemala, mudaram esse cenário.

"Se no período do predomínio do eixo Colômbia/Brasil, seu determinante mais visível, mais divulgado, era o tráfico de drogas, nos novos pólos dinâmicos seriam os problemas juvenis, centrados na "maras" (gangues), os novos motores impulsores da violência", diz o relatório.

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O governo brasileiro suspendeu a autorização para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financie a venda de 24 aviões Supertucanos à Força Aérea do Equador, um negócio de US$ 261 milhões. A medida é mais uma retaliação ao calote anunciado na semana passada pelo presidente equatoriano, Rafael Correa, que decidiu recorrer à Corte Internacional de Arbitragem para não pagar a dívida de US$ 243 milhões ao BNDES - dinheiro investido na construção da Usina Hidrelétrica de San Francisco, obra tocada pela construtora brasileira Norberto Odebrecht, que foi expulsa do país.

Formalmente, o governo brasileiro ainda não negou o financiamento do BNDES para a compra dos Supertucanos pelo Equador, mas fontes do Planalto foram categóricas, ontem, ao tratar do assunto: "Temos todo o interesse em fechar o negócio. A Embraer não é a Odebrecht, os negócios são completamente diferentes, mas eles (equatorianos) terão de encontrar outra fonte de financiamento."

O negócio da venda dos aviões da Embraer foi anunciado em abril passado pelo próprio Correa. Recentemente, os equatorianos pediram à empresa brasileira para antecipar a entrega de quatro dos aviões para maio do ano que vem. O acordo preliminar foi acertado, mas o contrato não foi assinado e, agora, ele poderá sofrer restrições porque a idéia era financiar a operação de exportação com recursos do BNDES.

Diante do calote no financiamento da hidrelétrica, o próprio banco mandou um recado informal aos negociadores equatorianos: o BNDES não vai analisar novas operações até que se resolva o impasse que envolve a obra da Odebrecht. Com isso, se quiser mesmo receber os aviões em maio, como pediu, Corrêa terá de encontrar outra forma de financiar a compra.

O Brasil tem todo o interesse em concretizar o negócio - comercial e estrategicamente. Comercialmente, porque ele é importante para a Embraer, uma vez que aumenta a área de influência dos seus negócios na América Latina. Mas um ministro assegurou ontem ao Estado que, nessas condições, "não há possibilidade de o financiamento ser aprovado". Colômbia, Chile e El Salvador já possuem Supertucanos integrados às suas Forças Aéreas.

Isso facilita a integração entre as forças, permitindo melhor comunicação durante os exercícios e, em caso de necessidade, de uma operação conjunta de combate ao narcotráfico, por exemplo - além de dar mais equilíbrio à região e uma relativa independência em relação à equipamentos estrangeiros.

A configuração escolhida pelo Equador é a chamada Versão Colômbia, com instrumentos eletrônicos comprados de Israel e capacidade para o uso de armas inteligentes - bombas e mísseis guiados por laser e GPS. Cada avião pode levar até 1,5 tonelada de carga de ataque, mais duas metralhadoras orgânicas .50. As aeronaves eletrônicas do tipo AEW têm um custo básico unitário de US$ 80 milhões - fora o material de suporte.

O ministro da Defesa do Equador, Javier Ponce, disse na ocasião que "o equipamento, centralizado no sistema do radar sueco Erieye, aumentaria de maneira significativa a capacidade de pronta resposta da aviação e defesa aérea."

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O juiz da 6ª Vara Federal de São Paulo Fausto De Sanctis decidiu que não irá candidatar à vaga de desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região e irá continuar na condução da Operação Satiagraha, que está investigando o banqueiro (criminoso) Daniel Dantas. O prazo para se inscrever no processo de promoção e conquistar uma vaga de desembargador venceu nesta terça.

Segundo uma nota divulgada por De Sanctis, "não é a primeira vez que um magistrado deixa de se promover por vontade própria". E completa: "Não se trata de menoscabo ou desprezo de cargo relevante, muito menos de apego ou desapego".

Foi De Sanctis quem decretou duas prisões do banqueiro durante a Operação Satiagraha, a pedido do delegado Protógenes Queiroz. Em ambas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes (POR QUAL RAZÃO SERÁ?), concedeu habeas-corpus a Dantas.

A oportunidade é rara e poucos são os juízes que desprezam a ascensão - nem tanto pelo holerite, que incorpora reajuste de 5%, e mais pelo que oferece em prestígio, poder e distinção.

O TRF 3 é o maior dos cinco tribunais regionais, com jurisdição em São Paulo e Mato Grosso do Sul. Aloja 43 desembargadores. No momento, duas vagas estão livres, uma por aposentadoria, outra por morte. Uma cadeira pelo critério da antiguidade pode ser do juiz.

O que ninguém comenta, por outro lado, é que a "promoção" é um velho subterfúgio para calar a boca de juízes que estão sendo "linha dura" demais. Não é de hoje que juízes e promotores de justiça são "promovidos" exatamente quando põe a mão em "vespeiros" (mexem com gente importante). O que é raro, todavia, aliás raríssimo, é um juiz ou promotor abrir mão da promoção e da busca pelo poder em nome da nação.

Ora, convenhamos, exatamente quando o juiz De Santis estava prestes a exarar sua sentença (certamente mandando aquele Al Capone do Dantas para o xilindró), surge uma "promoção", que caso aceita não apenas iria travar todo o processo, como ainda poderia colocar no cargo um juiz mais "maleável" e "compreensivo", afinal, poucos são aqueles que (INFELIZMENTE!), em nome da honestidade e do Brasil, abririam mão de tremendas vantagens (milhões de reais...).

Pessoas como Protógenes e De Sanctis nos dão orgulho de sermos brasileiros e trazem esperança de que esta Nação, um dia, sairá das trevas de corrupção que ora se encontra.

DEUS SALVE A PATRIA !

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Uma senhora de 36 anos, identificada como Cristiane, - com uma gravidez de sete meses - escapou da abordagem de bandidos que tentataram seqüestra-la na tarde deste domingo, 16 de novembro de 2008, na Avenida Gastão Vidigal, na área oeste da capital de São Paulo.

Ela foi surpreendida pelos criminosos, mas não parou, o que levou os criminosos a atirarem. Segundo a polícia, o veículo dela era blindado e ficou com cerca de 25 impactos de bala.

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Não fosse pelo final menos trágico (ela saiu viva), este seria mais um caso de sequestro seguido de morte, ou de latrocínio em São Paulo, não fosse pela blindagem do automóvel, um recurso que, infelizmente, apenas uma pequena parcela da população pode utilizar, nestes tempos de guerra civil não declarada.

Mas por qual razão apenas a elite brasileira pode ter acesso à garantia de suas vidas ou, ao menos, a melhores chances de sobreviver à barbárie criminal?

OS POLÍTICOS BRASILEIROS E SUA FALTA DE VISÃO

Se olharmos para cada canto dos imensos problemas sociais nacionais, veremos em sua gênese a política. Quer por corrupção, omissão ou pura incompetência. Neste caso, trata-se mesmo da mais pura incapacidade e falta de visão. Uma falta de visão que têm vitimado milhares de brasileiros por ano.

Quem são tais brasileiros? Todos aqueles que, por não disporem de recursos para blindarem seus carros, acabam vitimados por selvagens que não se contentam em apenas levar os bens, pois querem ainda ter o prazer bestial de torturar e matar suas vítimas.

E por que dizemos que se trata de falta de visão?

Ora, numa conjuntura criminal caótica como esta, uma das soluções seria viabilizar a blindagem para uma maior parcela da população. Se não através de subsídios, ao menos por meio de: a) isenção de impostos; b) atração de fabricantes de kevlar e indústrias de blindagem para o brasil; c) financiamento alongado de blindagem ou d) a possibilidade das blindagens parciais (como a célula que protegia taxistas e os separava dos passageiros antigamente).

"GÊNERO DE PRIMEIRA NECESSIDADE"

É no mínimo interessante observar a classe política ir aos palanques alegar que reduziram ou insentaram de impostos alguns "gêneros de primeira necessidade", como a farinha de trigo ou o leite, e que tais medidas haveriam de impactar positivamente no nível de vida da população.

Então perguntamos: E A VIDA? Não seria um "gênero de primeira necessidade"? De que adiantam a farinha e o leite para os mortos? De que vale o preço de um pão para aquele que se encontra em cativeiro? Que importa o leite se uma mãe não terá mais um filho para quem dá-lo?

MUDANÇAS NÃO PERCEBIDAS

No Brasil, os políticos alegam que "blindagem é coisa de rico". Claro, o preço é tão absurdo que, de fato, apenas os abastados podem adquiri-lo (e, certamente, a classe política).

O que alguns fingem não perceber é que mais de 50% da população brasileira faz parte da classe média, e que a posse de um automóvel não os torna "ricos", mas os torna vítimas potenciais de latrocídas, sequestradores (relâmpago ou convecional), estupradores e toda sorte de criminosos que atacam em faróis, engarrafamentos, e em qualquer esquina deste país.

E, enquanto os criminosos recebem apoio e amparo estatal e de ONG's (Direitos Humanos, etc), aqueles que lutaram, com honestidade e suor, para adquirirem um simples carro, estão no mais completo desamparo.

ESTATIZANDO ATÉ OS PENSAMENTOS, SE POSSÍVEL

Para piorar, há ainda o velhíssimo vício de regulmentar, burocratizar tudo, até o pensamento se for possível. Exemplo disso é a pesada burocracia que existe, que vai desde a compra do kevlar, até a abertura de empresas de blindagem.

Pura estupidez.

Ora, se a desculpa (esfarrapada) por mais esta burocracia (e consequente cabide de empregos) é não permitir que "bandidos" tenham acesso a blindagem, o argumento não resiste à realidade, pois pode-se blindar casas sem uso de material controlado algum (25 a 30 cms de concreto reforçado já servem - o que farão? regulamentar o concreto?), bem como pode-se fazer o mesmo com automóveis mais potentes (usando camadas de resina plástica, fibras e aço comum).

Por qual razão a BURROCRACIA afeta o cidadão comum, em especial a classe média? Ora, não houvessem tantas proibições, seria possível ao homem do povo, dotado de alguma inventividade, criar sua própria blindagem.

"Ahh... Mas o exército fez testes e comprovou que algumas blindagens (regulamentadas) não estão protegendo como deveriam...". Sim, assistimos também a reportagem. A única coisa que os burocratas fardados fizeram foi atestar a própria incompetência ou incapacidade para fiscalizar as empresas (com autorização burocrata) de blindagem estabelecidas.

E ai temos o SURREAL. Se um vagabundo enche de balas seu carro e te mata, ele será amparado pelo comitê de direitos humanos. Dependendo do caso, poderá responder em liberdade e ter toda a assistência e amor fraternal da OAB... Mas se você concluir que não tem dinheiro para fazer uma blindagem completa numa cara empresa de blindagem e resolver fazer uma parcial você mesmo, certamente correrá o risco de ser preso por "atentar contra a segurança nacional"...

O fato que ninguém neste país comenta e que é óbvio é que: POR TRAS DE TODO BUROCRATA HÁ UM CORRUPTO, POR TRÁS DE TODA BUROCRACIA, HÁ SEMPRE ALGUEM QUERENDO "CRIAR UMA DIFICULDADE PARA VENDER A FACILIDADE"...

Uma pena não podermos dar nomes ao bois aqui (pois seria uma boiada imensa), mas faça a pesquisa. Tente você seguir os trâmites normais e honestos para abrir uma empresa de blindagem e analise os proibitivos custos oficiais (e "não oficiais")...

FALTA DE INTELIGÊNCIA - ATÉ MESMO INTELIGÊNCIA ELEITORAL

Mas esperar inteligência da politicanalhada é pedir demais a Deus. Ora, basta analisar. Os primeiros governadores que isentassem de impostos e dessem subsídios para a proteção dos carros (até populares) seriam tratados como heróis por parte desses 50% da população, já que nenhum dos "ilustres" deste país teve uma idéia tão básica e que pode render tantos frutos como esta.

Pois, mais do que o preço da escola dos filhos, mais do que o custo da alimentação deles, muito mais importante é ter a certeza de que eles voltarão vivos para casa, que um bandido não irá abordar o carro de sua esposa grávida, que você poderá se sentir mais seguro dentro de seu veículo de trabalho, quer seja um táxi, quer seja um caminhão ou carro de passeio.

Garantir a vida ("gênero de primeira necessidade"), em meio ao caos e o desespero. Por que não temos políticos com cérebro nesta nação?

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Primeira sonda lunar indiana entrou na sua última órbita polar em torno da Lua na tarde de quarta-feira e começou agora a monitorização remota da superfície, de acordo com o Indian Space Research Organization (ISRO).

Chandrayaan-1, significando "Aparelho Lunar" em sânscrito antigo, foi lançado a partir de um foguete PSLV-C11, construído na Índia, em 22 de Outubro.

A próxima etapa de uma missão de dois anos vai ser a liberação da Sonda Lunar Impacto, que tirará fotografias da Terra por satélite e vai analisar a composição da sua fina atmosfera antes de aterrar sobre a superfície lunar. Os pesquisadores esperam que a sonda irá descobrir sinais de hélio 3, um isótopo de combustível que pode alimentar a geração de energia de fusão nuclear no futuro, o ISRO afirmou.

A nave de 1304 kg está equipada com 10 instrumentos científicos para estudar a Lua a partir de uma órbita 100 km. Cinco dos instrumentos foram construídos na Índia, enquanto os outros cinco foram resultado da cooperação com a Europa e os Estados Unidos.

A monitorização remota por satélite vai criar uma mapa detalhada tridimensional da superfície da Lua e investigar a sua composição química. A meta principal é a descoberta de água, juntamente com magnésio, alumínio, silício e titânio, e os elementos radioativos radão, urânio e tório.

O ISRO disse que todos os sistemas da nave espacial não-tripuladas estavam funcionando normalmente após entrar órbita lunar e os instrumentos seriam activadas no futuro próximo.

"A análise dos dados recebidos a partir da nave espacial vai levar tempo. Os primeiros resultados podem ser esperados em várias semanas", disse a organização.

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