05 de janeiro de 2010

Nosso objetivo é trazer matérias e informações INDEPENDENTES. Não nos vendemos por meio de convites a festividades e eventos fornecidos por este ou aquele governo, órgão ou instituição. Se a crítica de alguns redatores é ácida em alguns momentos, e reconhecemos isso, tal se dá pois nosso objetivo é trazer a você os fatos tais quais eles são, e não como certos grupos pretendem que os "vendamos a você". AESTRATEGIA.COM, aqui você encontra a verdade.

Resultados 89 - 110 de 153
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Unidades Especializadas de Polícia do Exército Polonês

(1 voto)

Por: General Boguslaw Pacek, Exército Polonês

Sample Image

(Soldados de unidades especializadas de polícia do exército praticam o treinamento de prisão de um criminoso.)

Na atual Polônia, como na maioria dos países europeus, não há medo de agressão armada por parte de estados vizinhos. No entanto, existe o perigo evidente e presente de uma ameaça terrorista. Os atentados de 11 de Setembro contra o World Trade Center o Pentágono são provas dessa ameaça e sinalizam uma mudança do status quo neste início do novo século. Ataques terroristas subseqüentes no Reino Unido, Itália, Espanha e outros países reforçam a noção de que no mundo atual ninguém pode se sentir completamente seguro. Conseqüentemente, muitos estados têm ajustado suas estratégias de defesa e adotado uma nova abordagem contra o terrorismo. A formação de unidades especializadas para missões antiterroristas é uma das várias medidas em desenvolvimento para se atingir as novas exigências de segurança. Em 2004 e 2005, a Polônia assumiu a liderança nesse esforço ao formar três unidades especializadas de polícia do exército (UEPE).

(filme sobre o treinamento da polícia do exercito polonesa)

Características da Força de UEPE. Na formação das UE PE da Polônia, os planejadores empregaram as seguintes suposições baseadas nas exigências da OTAN :

• as unidades deverão ser preparadas e equipadas com um custo relativamente baixo;

• todo o pessoal tem que ser profissional e estar completamente adestrado;

• o adestramento, equipamento e armamento deverão ser adequados às necessidades de pronto emprego (semelhantes àqueles das forças de operações especiais e das unidades especiais de polícias civis);

• as unidades deverão ser altamente móveis e capazes de desdobrar-se rapidamente para um teatro de operações;

• o emprego das unidades exige a devida autorização legal de atuação como polícia; e

• a estrutura organizacional deve ser modular.

As UE PE são dotadas com equipamentos policiais padrão e especializado, armas leves (incluindo metralhadoras), viaturas de emergência modernas planejadas para pronto emprego e viaturas básicas para o transporte da unidade modular de seis pessoas (Land Rovers, viaturas de patrulha blindadas fabricadas na Polônia Boar II, viaturas para qualquer terreno de comando e outras). Algumas subunidades das UE PE são equipadas com espingardas de alma lisa, lança-rojões anticarro e fuzis para atiradores de elite. Há um planejamento para a aquisição de armas eletrônicas. A posse de armas não-letais é um importante fator que diferencia as UE PE das unidades militares regulares.

(a polícia em ações anti-terroristas)

A modularidade das unidades especializadas de polícia do exército proporciona aos comandantes a flexibilidade para formar menores unidades que podem ser adaptadas ara o cumprimento de uma missão ou operação específica. Como acima notado, o módulo básico de emprego é uma fração de seis homens em um pelotão de 30 policiais do exército dividido em 5 desses grupos, respectivamente. Durante a organização de uma força UE PE para uma missão específica, suas unidades constituídas (fração, pelotão, companhia ou batalhão) podem ser empregadas ou vários componentes modulares podem ser combinados.

(CLIQUE EM "LEIA MAIS" ABAIXO PARA ACESSAR MATÉRIA COMPLETA)

Última Atualização ( 12 de setembro de 2008 )
Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Chávez expulsa embaixador dos EUA da Venezuela

(0 votos)

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, seguiu decisão do governo da Bolívia nesta quinta-feira e também ordenou a expulsão do embaixador dos Estados Unidos de seu país. O diplomata Patrick Duddy tem um prazo de 72 horas para deixar a Venezuela.

Chávez, que ordenou ainda a saída de seu corpo diplomático de Washington, disse que tomava a decisão em apoio ao governo de Evo Morales, um de seus principais aliados na América do Sul.

(assista às declarações de Chávez)

"Para que a Bolívia saiba que não está sozinha. Tem 72 horas, a partir deste momento, o embaixador ianque em Caracas para sair da Venezuela, em solidariedade à Bolívia e ao povo da Bolívia", afirmou Chávez em um ato de campanha política no Estado de Carabobo.

Horas antes, o governo boliviano anunciava prazo semelhante para que o embaixador dos Estados Unidos na Bolívia, Philip Goldberg, deixe o país.

Morales enfrenta há três dias uma das piores crises de seu governo, com uma escalada da violência realizada por grupos separatistas opositores, considerados a elite boliviana.

"Já basta de tanta merda de vocês (...) aqui há um povo digno, ianques de merda", disse Chávez.

No ínicio do mês, Chávez já havia ameaçado expulsar o embaixador americano por criticar a política de combate ao narcotráfico do governo venezuelano.

'(Há) milhões de nós dispostos a brigar pela Bolívia", acrescentou diante de milhares de simpatizantes que o ovacionavam com o coro: "Assim, assim, assim que se governa".

(CLIQUE EM "LEIA MAIS" ABAIXO PARA ACESSAR MATÉRIA COMPLETA)

Última Atualização ( 12 de setembro de 2008 )
Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Avibrás exportará R$ 500 milhões

(2 votos)

Após quase sair do mercado, graças à uma gigantesca demora por parte da "burrocracia" do governo, que tomou 13 meses para ser concluída, finalmente os créditos da Avibrás foram liberados.

E o ocorrido nos serve como mostra de duas facetas da indústria béliac nacional. De um lado, gênios empreendedores como João Brasil Carvalho Leite (controlador do Grupo Avibrás), que, mesmo face às negativas do governo e de toda uma "via crucis" burocrata, não desistiu e "tirou do bolso" para conseguir produzir o imenso pedido realizado pelo país asiatico. De outro lado, um governo que não apenas NÃO INCENTIVA, como ainda cria toda uma sorte de entraves burocráticos para a realização de uma única venda. Então perguntamos: é esse o plano de Lula para a defesa nacional?

Mas, o pior de tudo, é que após levar a Avibrás quase a fechar as portas, certos elementos do governo vêm a público exigir para si os louros pelo sucesso da negociação... APÓS UMA DEMORA DE 13 MESES... É a velha estratégia do "criar a dificuldade para ganhar com solução"...

(uma demonstração do sistema em operação)

Confira abaixo a matéria, de autoria de Roberto Godoy:

Avibrás Aeroespacial, maior grupo produtor de equipamentos militares do País e que atravessa um período sob recuperação judicial solicitada, obteve ontem às 14 horas as garantias do governo federal para concluir a exportação de R$ 500 milhões em foguetes, veículos lançadores e unidades de apoio para um cliente da Ásia. O negócio foi concluído há 13 meses, mas emperrou na burocracia do governo, que procurava a base legal adequada para a operação e assim, mantinha a venda paralisada. Enquanto aguardava a liberação da caução oficial, a Avibrás investiu na encomenda - e em julho chegou a um impasse: solicitar a recuperação - instituto jurídico que substituiu a concordata - ou sair do mercado.

"Como a segunda hipótese é inaceitável, decidimos seguir lutando", afirma o presidente Sami Hassuani que, admite, passou quase dois meses "praticamente morando em Brasília".

Ontem, a procuradoria do Ministério da Fazenda conciliou o processo. Hoje o Banco do Brasil entrega à organização financeira do país cliente o conjunto de garantias - incluindo as securitárias. "Por conta do fuso horário favorável, o comprador encontrará os documentos na instituição de crédito logo pela manhã", diz Hassuani.

O lote é grande. Abrange um regimento completo do sistema Astros-II da última geração e os veículos de comando e de comunicações, além de enorme quantidade de foguetes - entre eles o novo SS-80 com alcance acima de 100 km e ogiva carregada de granadas que são dispersadas, como uma chuva de aço quente, sobre o alvo.

João Brasil Carvalho Leite, o controlador do grupo Avibrás, pretende que o primeiro embarque seja feito até dezembro. Outros três carregamentos serão feitos entre março de 2009 e janeiro de 2010.

Para Sami Hassuani, a execução do contrato "marca o início da retomada da curva positiva na empresa e reforça a presença da indústria brasileira de material de Defesa no aquecido mercado asiático".

A retomada da linha de produção pode determinar o preenchimento de 350 vagas abertas com as demissões realizadas na primeira quinzena de agosto.

O valor estimado do processo de recuperação é também de R$ 500 milhões. As dívidas em renegociação têm como principais credores a União, o BB, a Previdência, o sistema tributário, a Finep, fornecedores diversos e uma trading.

A companhia mantém negociações estimadas em cerca de R$ 4,8 bilhões para abastecer forças armadas de cinco países do Oriente Médio e da Ásia.

Os ministros da Defesa, Nelson Jobim, das Relações Exteriores, Celso Amorim, da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Miguel Jorge, atuaram intensamente para a solução do problema do atendimento das fianças à exportação para o cliente não revelado. Em janeiro, o fundador e presidente da empresa, João Verdi de Carvalho Leite, desapareceu, em companhia da mulher, Sonia Brasil, depois que o helicóptero que pilotava caiu entre Angra dos Reis e São José dos Campos. Em dezembro, Verdi revelara, em entrevista ao Estado, o seu projeto de consolidação da marca por meio de novos contratos e de pelo menos cinco produtos. Para ele, o Brasil poderia faturar 4 bilhões por ano com o setor industrial militar.

João Verdi usava o helicóptero como se fosse um carro: de casa para a fábrica, em Jacareí, e de volta, no fim da tarde. Um vôo de Angra dos Reis, onde mantinha uma confortável casa de praia, até São José dos Campos, onde vivia e trabalhava, era rotina na carta de pilotagem. Pequenas aventuras cotidianas do empresário que, nos anos 80, era recebido para jantar nos palácios de Saddam Hussein, quando o ditador iraquiano ainda era o bem-amado do Ocidente, na condição de inimigo dos radicais islâmicos de Teerã. "Lembro-me dele como um homem agradável", costumava contar. Saddam comprou e usou largamente, na guerra contra o Irã, o lançador múltiplo de foguetes Astros-II, criação pessoal de Verdi e o principal produto do grupo.

Em 91, na Guerra do Golfo, o fogo mudou de lado: o Astros-II estava com a artilharia da Arábia Saudita. De novo por obra de Verdi, um raro brasileiro a quem os soberanos de Riad recebiam pessoalmente. Exércitos de 14 países usam produtos da Avibrás. Criada há 47 anos, a organização emprega cerca de 600 pessoas.

Última Atualização ( 24 de setembro de 2008 )
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Al-Qaeda perde apoio no mundo islâmico

(0 votos)

Sample Image

por Peter Bergen, do Washington Post

WASHINGTON - Duas décadas após a fundação da Al-Qaeda na cidade fronteiriça paquistanesa de Peshawar por Osama bin Laden e um punhado de veteranos da guerra contra os soviéticos no Afeganistão, o grupo é hoje mais famoso e temido do que nunca. Mas o seu grande projeto - transformar o mundo muçulmano num califado islâmico militante - tem sido, sob todas as perspectivas, um retumbante fracasso.

Isto se deve em grande parte à estratégia fantasiosa de Bin Laden para chegar a esta terra prometida. O líder da Al-Qaeda se orgulha de ser um grande estrategista, mas apesar de toda a sua inteligência, capacidade de liderança e carisma, a sua estratégia geral só poderia levar à derrota.

O principal objetivo de Bin Laden é provocar mudanças de regime no Oriente Médio e substituir os governos do Egito e da Arábia Saudita por teocracias à moda do Taleban. Ele acredita que a maneira de conseguir isso é atacar o "inimigo distante" (os Estados Unidos), e então observar enquanto os regimes muçulmanos supostamente ímpios e apoiados pelos EUA, chamados por ele de "inimigos próximos", desmoronam.

Isto poderia ter funcionado se os EUA fossem um tigre de papel capaz de suportar apenas uns poucos golpes da Al-Qaeda. Mas não foi o que aconteceu. A análise de Bin Laden mostrou uma falta de compreensão em relação aos interesses vitais - o petróleo, Israel e a estabilidade regional - que pautam o envolvimento americano no Oriente Médio, e ainda mais em se tratando da indignação que se seguiria ao primeiro ataque direto contra o território continental dos EUA desde que os ingleses puseram fogo na Casa Branca, em 1814.

Resultado oposto

Na verdade, o plano de Bin Laden teve como resultado direto o oposto de uma retirada americana do Oriente Médio. Os EUA agora ocupam o Iraque, e soldados da Otan patrulham as ruas de Kandahar, a antiga capital de fato do Taleban, aliados de Bin Laden. As relações entre os EUA e a maioria dos regimes autoritários árabes estão mais fortalecidas do que nunca, com base no seu objetivo mútuo de derrotar islamitas violentos em busca de sangue americano e da deposição destes regimes.

Para a maioria dos líderes, um fracasso estratégico tão completo exigiria uma reavaliação. Mas não para Bin Laden. Ele poderia ter formulado uma nova política depois que as forças americanas derrotaram o Taleban no inverno de 2001, mandando a Al-Qaeda e os seus aliados atacar os esclerosados regimes dos inimigos próximos - ele poderia ter dito aos seus seguidores que, em termos estritamente práticos, provocar a única superpotência do mundo acabaria interferindo claramente com o objetivo da Al-Qaeda de estabelecer regimes ao estilo do Taleban da Indonésia até o Marrocos.

Em vez disso, Bin Laden continua a considerar os EUA o seu principal adversário, como explicou em fitas de áudio e vídeo que divulgou desde 2001. E a Al-Qaeda prejudicou fatalmente a sua pretensão de ser a verdadeira representante de todos os muçulmanos ao matar milhares deles desde o 11 de Setembro de 2001. Estas duas trapalhadas estratégicas são os principais motivos pelos quais a Al-Qaeda está condenada a perder.

Mas não espere que esta derrota ocorra logo. Por enquanto, a Al-Qaeda continua a reunir suas forças, tanto como organização terrorista/insurgente com sede na fronteira entre Paquistão e Afeganistão quanto um modelo em operação para os muçulmanos violentos de todo o mundo.

Então como podemos avaliar a força da Al-Qaeda aos 20 anos de idade? Ainda este ano, um acalorado debate eclodiu em Washington entre dois influentes analistas antiterrorismo. O ex-oficial de caso da CIA Marc Sageman diz que a ameaça da organização central da Al-Qaeda já foi em grande parte debelada e avisa que os futuros ataques virão dos soldados rasos de uma "jihad sem líder" - radicais domésticos sem conexão formal com a cúpula de Bin Laden. Do outro lado está o professor Bruce Hoffman, da Universidade de Georgetown, que alerta para o fato de que a Al-Qaeda está em marcha, não em fuga.

Última Atualização ( 11 de setembro de 2008 )
Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Brasil compra 51 helicopteros ao preço de U$ 1 Bilhão...

(2 votos)

SÃO PAULO - As Forças Armadas brasileiras devem assinar o contrato final de compra de 51 helicópteros militares EC-725 Super Cougar com a Helibras, subsidiária da européia Eurocopter (ela própria propriedade do grupo EADS), no próximo mês de novembro. O contrato, avaliado em cerca de US$ 1 bilhão, foi anunciado originalmente em junho deste ano e irá viabilizar um investimento de cerca de 350 milhões de euros da fabricante no Brasil, onde irá produzir as aeronaves.

A data da assinatura foi divulgada hoje pelo tenente-brigadeiro do ar Paulo Roberto Britto, chefe do Estado Maior da Aeronáutica e que tem conduzido pelo lado das forças armadas o processo de compra das aeronaves. Elas serão utilizadas pelas três forças, cada uma das quais receberá 17 helicópteros a partir de 2010 - caso o cronograma original seja mantido.

A encomenda foi feita à empresa Helibrás, que está transferindo tecnologia francesa para a nacionalização da produção desta aeronave.

Nesta segunda-feira (8), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reuniu a indústria aeronáutica para apresentar o programa de industrialização. "Diferentemente de outras indústrias, as empresas que produzem material de Defesa destacam-se por estarem ligadas à soberania nacional", afirmou o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

No encontro, que reuniu empresários, autoridades civis e militares, o ministro de Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (Mdic), Miguel Jorge, ressaltou que "fortalecer esta indústria é importante e fundamental para o País".

(CLIQUE EM "LEIA MAIS" ABAIXO PARA ACESSAR MATÉRIA COMPLETA)

Última Atualização ( 12 de setembro de 2008 )
Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Lula enterra Plano de Defesa

(5 votos)

Sample Image(nosso sincero presidente...)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em mais uma mostra de sua obsessiva compulsão de enrolar os militares, decidiu "submeter" a proposta do Plano Estratégico de Defesa ao Conselho de Defesa Nacional.

Claro... Tudo já havia sido debatido à exaustão durantes os últimos anos. Todos sabem qual a grande necessidade das forças armadas: Verbas... Mas, obviamente, nada que não possa esperar mais algumas décadas de enrolação e discursos baratos.

Antes a previsão era para lançar o plano no dia 7 de setembro, depois, disseram que por conta da visita da Presidente da Argentina era melhor aguardar o dia seguinte, e agora... agora o lançamento do programa não tem nova data. Depois do desfile realizado em comemoração ao dia da Independência, no domingo, o chefe do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, ministro Roberto Mangabeira Unger, afirmou a jornalistas que a divulgação do documento deve gerar polêmica.

Segundo o ministro, a proposta será acusada de causar desperdício de dinheiro público e promover uma corrida armamentista. O plano redefinirá o papel das Forças Armadas e as diretrizes para o reaparelhamento do Exército, Marinha e Aeronáutica.

A decisão de submeter o plano ao Conselho de Defesa foi tomada em reunião no Palácio do Planalto, da qual participaram Mangabeira Unger e os ministros Nelson Jobim (Defesa) e Dilma Rousseff (Casa Civil). Jobim e Mangabeira são os responsáveis pela produção do plano. A idéia do presidente Lula é ampliar a discussão sobre o tema.

Órgão de assessoramento do presidente da República, o Conselho de Defesa Nacional é integrado pelo vice-presidente, pelos presidentes da Câmara e do Senado e pelos ministros das Relações Exteriores, Fazenda, Planejamento e Justiça, além dos comandantes das Forças Armadas. Nada pareceria anormal, exceto pelo fato de que se trata de mais uma clara tentativa de tapear, mais uma vez, os defensores de um Brasil mais forte e soberano.

Mas claro, sempre há os que acreditam em Papai Noel...

PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Marinha: modernização dos Lynx Mk-21

(0 votos)

Sample ImageEm 26 de agosto de 2008 foi assinado em São Pedro da Aldeia, RJ, um contrato para a aquisição de sensores eletro-óticos Sea Star Safire III para serem instalados nos helicópteros Lynx MK-21A da Marinha do Brasil.

O Star Safire III é um sensor eletro-ótico giroestabilizado fabricado pela empresa FLIR Systems que dispõe de múltiplos sensores óticos incluindo camêra térmica, camêra de TV, telêmetro laser, ponteiro laser e iluminador.

Os AH-11 voam com o esquadrão HA-1, baseado em São Pedro da Aldeia, que os utiliza para operar em embarcações em distintas unidades navais da Marinha do Brasil. Dentro do Programa de Reaparelhamento da Marinha, está programada a modernização de até seis destas aeronaves por um valor de cerca de 34.7 milhões de Reais até o ano de 2014.

Última Atualização ( 24 de setembro de 2008 )
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Al Qaeda acusa Irã de ser conivente com Ocidente

(1 voto)

DUBAI - A Al Qaeda divulgou um vídeo para lembrar os ataques de 11 de setembro de 2001, no qual o vice-líder do grupo, Ayman al-Zawahri, acusa o Irã de participar da "cruzada" ocidental contra o Islã, disse a TV Al Jazzera na segunda-feira.

Em uma parte do vídeo levada ao ar pelo canal, Zawahri atacou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, questionando a posição anti-Ocidente do Irã.

"O líder (do Irã) colabora com os norte-americanos na ocupação do Iraque e do Afeganistão e reconhece os regimes-marionete dos dois países, enquanto solta avisos de morte e destruição a quem quer que toque um centímetro do solo iraniano", disse Zawahri.

A Al Qaeda, grupo militante sunita, oostuma criticar o Irã xiita, que tem boas relações com os líderes anti-Talibã do Afeganistão e com o governo iraquiano, liderado por xiitas.

Um editor da Al Jazeera disse à Reuters que o canal recebeu uma cópia do vídeo de 90 minutos de duração, que seria uma compilação com material novo.

PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Rússia quer soldados em regiões separatistas da Geórgia

(2 votos)

MOSCOU - Os militares russos anunciaram na terça-feira a intenção de manter cerca de 7.600 soldados nas regiões separatistas da Geórgia. O chanceler Sergei Lavrov disse que a presença prolongada impedirá a "repetição da agressão georgiana" na Ossétia do Sul e Abkházia.

Rússia e Geórgia travaram uma breve guerra em agosto, depois que Tbilisi enviou tropas para tentar recuperar o controle da Ossétia do Sul, atraindo uma esmagadora reação russa, amplamente condenada no Ocidente.

O ministro russo da Defesa, Anatoly Serdyukov, revelou os futuros números da presença militar um dia depois de o presidente Dmitry Medvedev prometer retirar dentro de um mês as tropas de territórios incontestavelmente georgianos.

Apesar dos apelos ocidentais para que todos os soldados recuem para as posições prévias ao conflito, Medvedev não sinalizou na segunda-feira a intenção de desocupar as duas regiões separatistas, agora reconhecidas por Moscou como países independentes.

Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Segurança pública: Força ou inteligência?

(3 votos)

por Bruno Seligman de Menezes

O programa Polêmica, da Rádio Gaúcha, desta última quarta-feira, trouxe um profundo debate sobre segurança pública. A proposição "Porto Alegre pode virar o Rio de Janeiro?" foi debatida por especialistas da Polícia Civil, Brigada Militar e dois professores pesquisadores da área das ciências criminais. Os policiais defenderam o fortalecimento da força policial nas áreas violentas; ao passo em que os pesquisadores sustentaram o fortalecimento de políticas públicas presentes nas comunidades marginalizadas.

Um e-mail despretensioso, enviado por um ouvinte, citou o famoso "bandido bom é bandido morto". O comentário até certo ponto pueril, para um debate tão sério, recebeu a concordância do comandante da Brigada Militar, porque "seria o único meio de acabar com a criminalidade", já que "eles não respeitam mais nada". E tomou como exemplo positivo os países muçulmanos, em que "se corta a mão se furtar", países em que a criminalidade é baixa. Meu Deus, socorro!

A existência de eles e nós, em matéria de Segurança Pública demonstra a forma como se comporta a força policial, marginalizando cada vez mais os marginalizados, na tentativa de manter a hipócrita assepsia que permeia o imaginário coletivo das classes abastadas. Os discursos recentes demonstram a absoluta incapacidade do Poder Público em lidar com o tema da criminalidade.

Ora deposita a culpa nos ricos - "o Judiciário que não algema banqueiros"; ora a deposita nos pobres - "a lei é muito branda com as drogas". Estranho é que este observador se encontra exatamente onde nós estamos (entre o "banqueiro" e o "drogado"), demonstrando a absoluta parcialidade e tendenciosidade do discurso de defesa social. Ou o comandante da Brigada acha que o conceito bandido (aquele que só é bom quando morto) também se aplica aos motoristas embriagados?

Também se aplica ao funcionário público que usa diárias irregulares? Também se aplica ao empresário que sonega tributos? O que não precisamos, neste momento, é de discursos messiânicos.

O Estado precisa assumir sua posição de provedor (que muitas vezes é prestada por traficantes em comunidades marginalizadas), ao invés de aparecer apenas como tirano, opressor, autoritário. Ao invés de matar, cortar mãos, por que não "apenas" punir de acordo com a lei, mas também acolher estes cidadãos e dar-lhes aquilo que efetivamente necessitam e nunca tiveram: uma oportunidade na vida? Pensemos.

Bruno Seligman de Menezes - é advogado no R.S.

PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Manual de Campanha Norte-Americano (versao 3)

(2 votos)

Por: General William S. Wallace

O General William S. Wallace, Exército dos EUA, é Comandante do Comando de Adestramento e Doutrina do Exército dos EUA. Assumiu esse cargo depois de haver servido como Comandante do Centro de Armas Combinadas no Forte Leavenworth, Kansas. É graduado pela Academia Militar dos EUA e possui o título de Mestrado em análise de operações e outro em relações internacionais e assuntos de segurança nacional.

O cenário atualdo persistente conflito global caracterizado por ameaças complexas e descentralizadas exige que forças dos eua sejam ágeis e capazes de desdobramento em curto prazo para executar operações imediatas, eficazes e prolongadas em qualquer parte do mundo. o exército mantém o duradouro papel de proteger os interesses dos euainternamente e no exterior enquanto dissuade ameaças futuras. o exército, o poder terrestre mais proeminente do mundo, guiado por soldados e líderes versáteis operando à sombra de uma doutrina sólida, corajosamente aceita esse papel. tradicionalmente, a doutrina do exército esforçava-se em prover uma metodologia de "como fazer" para a execução de operações. os conflitos de hoje exigem uma metodologia mais flexível e progressiva com referência a operações ao invés dos cenários altamente previsíveis da Guerra Fria. com esse ponto em mente, a doutrina atual do exército discute seus princípios mestres enquanto enfatiza a "forma de pensar" sobre as operações, guiando desse modo as nossas forças.

A edição de 2008 do Manual de campanha do exército (U.S. Field Manual — FM) 3-0, embora mais curto em tamanho que seus predecessores, apresenta os princípios fundamentais e conceitos que guiam a direção das operações do exército em lugar de uma lista de tópicos que proporciona uma receita para o sucesso. as recentes experiências operacionais significantes da Guerra contra o terrorismo, especificamente as operações no afeganistão, iraque e Filipinas, assim como urgentes esforços de assistência seguindo os furacões Katrina e rita, exigiram mudanças na doutrina. o desenvolvimento dessa versão do FM 3-0 data de 2005 com uma série de documentos abrangendo uma ação unificada, a arquitetura das funções de travar a guerra, a seqüência contínua das operações e O conceito operacional do exército. os pensamentos coletivos que se integraram e resultaram desses documentos serviram como a fundação estrutural para codificar os conceitos-chave do manual. os documentos relacionados ao FM 3-0 foram revisados para uma ampla audiência de mais de 200 organizações, grupos da mídia e indivíduos com interesse no assunto. as organizações de grande escala incluíam o estado-Maior do exército; comandos do exército; comandos do exército integrantes de comandos combatentes; quartéis-generais no nível de corpo do exército e divisão; unidades de adestramento e pessoal do comando de treinamento e doutrina (tradoc), assim como centros de doutrina da Força aérea, do corpo de Fuzileiros navais e da Marinha. a discussão criada por esses documentos levou a um esboço do resumo do conteúdo que serviu como um guia para o desenvolvimento geral dos temas, conceitos e estrutura dos capítulos do manual de campanha.

O diretório de doutrina de armas combinadas foi anfitrião de três conselhos oficiais no nível "coronel combatente" num esforço de sintetizar e integrar os mais de 4.000 comentários de uma grande variedade de participantes no campo durante os três esboços do manual para incorporar tantos conhecimentos, pensamentos e experiências operacionais correntes quanto possíveis. as reuniões proporcionaram um foro distinto para estimular debate, ganhar consenso e resolver os comentários críticos e importantes das agências antes de uma conferência dos conceitos e doutrina ser patrocinada pelo comandante do tradoc.

A mais recente versão do FM 3-0 é de natureza evolutiva, incorporando idéias de uma nova doutrina combinada enquanto retém valiosos elementos da doutrina do exército que passaram a prova do tempo. contudo, a nova doutrina é revolucionária com respeito a seu ímpeto para impulsionar mudanças. o FM 3-0 provê propósito e direção para a transformação do exército e a aplicação de força em ambientes operacionais complexos. a edição atual do FM 3-0 reflete o pensamento do exército numa era de conflito persistente. a doutrina reconhece que força militar sozinha não resolverá esse tipo de conflito. o poder terrestre dominante, ainda que vital para operações representa somente um elemento do poder nacional. de acordo com esta compreensão e raciocínio, a doutrina do exército agora estabelece uma prioridade para as operações de estabilidade e apoio civil num mesmo nível das operações ofensivas e defensivas.

Sample Image

(Um helicóptero UH-60 Black Hawk do Exército dos EUA, designado a 4ª Divisão de Infantaria, voa em direção do Estádio Louisiana Superdome em Nova Orleans, Lousiana. O estádio está sendo usado como uma área central de preparação e deslocamento para milhares de residentes desalojados de Nova Orleans que foram afetados pelas inundações e devastação do furacão Katrina.)

Como foi aprendido nas operações que ocorreram depois da "corrida do trovão" para Bagdá, o conflito atual exige um forte elemento humano nas operações executadas em meio à população iraquiana. os soldados freqüentemente enfrentam o desafio ético de engajar o inimigo entre os não combatentes, com poucos indícios para distinguir um do outro mesmo depois do combate iniciar. esta versão do FM 3-0 descreve as operações de estabilidade em termos de tarefas de nível tático, semelhante às tarefas de estabilidade, aplicáveis a todos os níveis do exército desdobrados no exterior.as operações de apoio civil também se definem em tarefas de nível tático, semelhantes às tarefas de estabilidade, mas conduzidas num ambiente operacional muito distinto, ou seja, nos eua e seus territórios. as forças do exército têm um dever legal e moral para com a população, ressaltando que o conceito de ganhar batalhas e engajamentos são importantes, mas que a paz estável é o resultado de uma gestão minuciosa da situação civil. o FM 3-0 enfatiza a importância da cooperação interagência e estabelece uma correlação entre as tarefas de estabilidade entre o exército e os setores técnicos de construção e estabilização pós-conflito do departamento de estado. (Veja Figura 1.)

O conceito operacional do exército — as operações de espectro total — exige combinações simultâneas contínuas de tarefas ofensivas, defensivas e de estabilidade ou apoio civil. na versão anterior do FM 3-0 Operations, o conceito operacional do exército não foi diretamente discutido. todavia nosso conhecimento do ambiente operacional evoluiu suficientemente para que hoje em dia cabe a nós declarar, sem dúvida alguma, o nosso conceito operacional. esse conceito operacional se encontra no coração da doutrina do exército. o conceito operacional se enquadra na maneira que as forças do exército exercem a iniciativa e aceitam riscos prudentemente com a atenção fixa em criar oportunidades para obter resultados decisivos. os comandantes obtêm esses resultados mediante uma efetiva combinação de equilíbrio das operações ofensivas, defensivas e de estabilidade em todas as dimensões de sua área de operações. o conceito também enfatiza o papel do comandante nas operações, ligando o comando combatente à arte operacional por meio do incentivo à experiência, ao conhecimento e à intuição. Operações de Espectro Total — o Conceito Operacional do Exército

O surgimento das operações de espectro total impulsionou as mudanças-chave na doutrina fundamental. o exército estabeleceu as operações de espectro total no FM 3-0 (de 2001), afastando-se radicalmente do "sim ou não" da visão de guerra e de operações onde não ocorriam guerras para uma doutrina que enfatizava a convergência de ações não letais com ações de combate. no FM 3-0 (2001) as operações de estabilidade são classificadas como "outras" missões combinadas declaradas em um contexto do exército. com reconhecimento a isso, a execução de operações de espectro total — operações ofensivas, defensivas e de estabilidade ou de apoio civil simultâneas — é o tema principal do manual do ano 2008. as operações de estabilidade e de apoio civil são mais que "operações militares sem guerra", pois são derivadas do conceito combinado que caracterizam as operações "sem combate" da década passada. as forças do exército devem entender a capacidade produzida pela combinação de tarefas ofensivas e defensivas enquanto tratam simultaneamente com a situação civil. a característica destas tarefas, a estabilidade e o apoio civil evoluiram de ações especializadas secundárias em um elemento central de operações de espectro total de mesma importância que as operações ofensivas e defensivas. a natureza e a complexidade da missão são os fatores determinantes da valorização e da combinação apropriada das tarefas (Veja figura 2.)

Figura 1. As Tarefas de Estabilidade

Sample Image
Figura 2. O Espectro de Conflito
Sample Image

(CLIQUE EM "LEIA MAIS" ABAIXO PARA ACESSAR MATÉRIA COMPLETA)

Última Atualização ( 07 de setembro de 2008 )
Leia mais...
PDF PDF Imprimir Imprimir E-mail E-mail

Rússia terá no Mar Negro aviões anfíbios de guerra A-42

(1 voto)

Sample Image(o gigante A-42, com um navio ao fundo, nos dá uma idéia de suas proporções)

A aviação naval da Rússia terá aviões anfíbios A-42 (projetados pela empresa Beriev e fabricados por uma empresa na cidade de Taganrog) para operações de combate e missões de resgate a partir de 2010, informou esta sexta-feira (05) o Comandante adjunto da Aviação Naval da Marinha , general Nikolai Kuklev.

"O primeiro anfíbio A-42 será incorporado em 2010, e para 2013 teremos quatro aparelhos desse tipo", disse Kuklev, segundo Ria Novosti.

Indicou que estes quatro estarão em condições para efetuar missões de reconhecimento, ajuda operativa aos navios, para correção do fogo e também para tarefas de resgate. "No futuro temos os planos de adquirir aviões anfíbios A-42 adaptados para a luta anti-submarinos", indicou o general.

Kuklev explicou que até o ano 2015 a Marinha utilizará para a luta anti-submarinos a versão modernizada dos aviões Ilhushin-38 e Beriev-12.

Atualmente a Frota russa do Mar Negro dispõe de 9 aviões Be-12, desses 8- anti-submarinos, que serão substituídos pelos A-42 com características operativas superiores.

Considerado um avião anfíbio maior do mundo, o A-42 tem 45 metros de largura, 11 de altura e 41 metros de envergadura das asas.

Com uma velocidade média de 700 Km/h, este avião pode realizar o patrulhamento, reconhecimento a alturas entre 100 e 2.000 metros de altura a distâncias de até 11.500 quilômetros.

Última Atualização ( 07 de setembro de 2008 )
Conteúdo recomendado
57h.com — Bônus 300% até R$3.000 no primeiro depósito via PIX
Apostas Online & Cassino com Saques Rápidos via PIX
Saques via PIX em 3 minutos, 24 horas por dia
Cadastre-se na 57h.com e aproveite o bônus de boas-vindas de 300% até R$ 3.000 no primeiro depósito via PIX, com rollover de apenas 35x.
Jogos: Slots, Cassino Ao Vivo, Apostas Esportivas, Crash Games, Jackpot Progressivo · Bônus: Bônus de Boas-vindas 300% até R$ 3.000 no primeiro depósito via PIX
38R Bet — Bônus de boas-vindas até R$4.000 + 50 rodadas grátis
38R Apostas Online Brasil — Slots, Cassino ao Vivo e Apostas Esportivas
420+ jogos de cassino e saque PIX em até 5 minutos
Cadastre-se grátis na 38R Bet e ganhe 200% até R$4.000 + 50 rodadas grátis. São 420+ jogos de cassino, 60+ mesas ao vivo e saque PIX processado em até 5 minutos.
Jogos: Slots, Cassino ao Vivo, Apostas Esportivas · Bônus: Bônus 200% até R$4.000 + 50 rodadas grátis